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	<title>5G Archives &#8226; DSTEC</title>
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		<title>Levantamento sobre 5G no Brasil indica benefício de quase R$ 600 bi ao ano para economia brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de soluções 5G pode representar um benefício de R$ 590 bilhões por ano para a economia brasileira. Considerando somente a demanda potencial de&#160;software, a expectativa de valor total até 2031 é de R$ 101 bilhões. Essa é uma das conclusões do Estudo sobre o Ecossistema de Soluções Digitais e Aplicações do 5G no &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2022/05/levantamento-sobre-5g-no-brasil-indica-beneficio-de-quase-r-600-bi-ao-ano-para-economia-brasileira/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Levantamento sobre 5G no Brasil indica benefício de quase R$ 600 bi ao ano para economia brasileira</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Levantamento sobre 5G no Brasil indica benefício de quase R$ 600 bi ao ano para economia brasileira</span></a></p>
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<p>O uso de soluções 5G pode representar um benefício de R$ 590 bilhões por ano para a economia brasileira. Considerando somente a demanda potencial de&nbsp;<em>software</em>, a expectativa de valor total até 2031 é de R$ 101 bilhões. Essa é uma das conclusões do Estudo sobre o Ecossistema de Soluções Digitais e Aplicações do 5G no Brasil, realizado pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade (SEPEC), do Ministério da Economia, em parceria com o PNUD e a Deloitte.</p>



<p>O mapeamento foi lançado na terça-feira 19 durante o webinário &#8220;5G Brasil: Recomendação de Políticas Públicas&#8221;, evento&nbsp;com o patrocínio da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e organização da Teletime. O seminário online teve a participação de representantes do governo, do PNUD, da Deloitte, da ABDI e do Teletime, que debateram os principais resultados do levantamento e apresentaram propostas.</p>



<p>A SEPEC, do Ministério da Economia, entendeu que o 5G poderia ser uma alavanca para catapultar o mercado de economia digital, com foco principal nos setores de&nbsp;<em>software</em>&nbsp;e de&nbsp;<em>startups</em>.&nbsp;O estudo baseou-se em entrevistas de diversos atores de tecnologia e de telecomunicações.&nbsp;O levantamento analisou também experiências internacionais, mapeando a maturidade do ecossistema brasileiro a partir de&nbsp;<em>benchmarks</em>, além de&nbsp;estimar a demanda por produtos e serviços em diversas áreas. Mais: identificou gargalos, oportunidades e riscos. Ao fim do processo, chegou-se às recomendações de ações de política pública.</p>



<p>A iniciativa está alinhada com as ações previstas na Estratégia Brasileira de Transformação Digital (e-Digital), capitaneada pela Casa Civil da Presidência da República e apoiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). O objetivo, conforme ressalta o Ministério da Economia, é construir um programa nacional estruturante para o 5G no Brasil de forma colaborativa com os diversos órgãos e entidades envolvidos.&nbsp;</p>



<p>Além do potencial em bilhões de reais relacionados à tecnologia 5G, o estudo revela:</p>



<ul><li>Os países líderes em 5G adotaram diversas estratégias nacionais para fomentar a tecnologia. O ponto em comum são políticas públicas que visam alavancar os elementos do ecossistema mais consolidados dos respectivos países – por exemplo, empresas de telecomunicações, desenvolvedores de infraestrutura de rede, universidades e&nbsp;<em>startups.</em></li><li>Esse mercado é formado por ecossistema de atores diretos e influenciadores que atuam no desenvolvimento. O ecossistema brasileiro ainda é incipiente, mas espera-se que a realização do leilão e o avanço da conectividade possam agilizar o amadurecimento do mercado.</li></ul>



<p>Ao identificar as cinco principais barreiras para o desenvolvimento do ecossistema 5G no Brasil, o estudo do Ministério da Economia elaborou 96 sugestões de ações e propostas de políticas públicas, classificadas em oito temas. Nesse contexto, seis temas são prioritários para formar a base de um programa nacional estruturante para o avanço da tecnologia no País:</p>



<ul><li>Desenvolvimento de capital humano.</li><li>Desenvolvimento de infraestrutura.</li><li>Empreendedorismo.</li><li>Estímulo a pesquisa, desenvolvimento e inovação.</li><li>Suporte financeiro e tributário.</li><li>Coordenação e aproximação do ecossistema.</li></ul>



<p>O apoio do PNUD à realização do estudo sobre o ecossistema de soluções digitais e aplicações do 5G no Brasil deu-se no contexto do projeto &#8220;Modernização da Economia e Ampliação Qualificada da Inserção Comercial Brasileira&#8221;, desenvolvido mediante parceria com o Ministério da Economia. O objetivo do projeto é acelerar o avanço na promoção do desenvolvimento econômico por meio de políticas de estímulo ao comércio exterior, à indústria, ao setor de comércio e serviços e à inovação empresarial.&nbsp;No âmbito dessa iniciativa, PNUD e Ministério da Economia contrataram a Deloitte Brasil &nbsp;para estudar as possibilidades de desenvolvimento do ecossistema do 5G no Brasil, considerando os recentes leilões e a expectativa de desenvolvimento que a nova tecnologia pode trazer.</p>



<p>A representante residente do PNUD no Brasil, Katyna Argueta, presente na abertura do evento de lançamento do estudo, saudou a iniciativa, que tem apoio do PNUD, e lembrou: &#8220;A tecnologia digital está avançando a um ritmo incrivelmente rápido em todo o mundo, mas não está acontecendo uniformemente. Cerca de 60% da população mundial está agora online, mas a maioria dessas pessoas está em países desenvolvidos. Em países menos desenvolvidos, apenas uma em cada cinco pessoas está online. Isso é importante porque a educação, o trabalho e os serviços públicos dependem cada vez mais do acesso digital. A falta de conectividade, portanto, é um obstáculo crescente ao desenvolvimento humano.&#8221;</p>



<p>Para Argueta, &#8220;felizmente, temos uma variedade de iniciativas em curso que procuram resolver essas desigualdades. No setor privado, há iniciativas para desenvolver produtos para oferecer a usuários pela primeira vez a internet, e milhares de satélites foram lançados e estão em órbita para preencher pontos escuros da internet ao redor do mundo. Os governos nacionais também estão priorizando investimentos em conectividade, com o objetivo de ter países inteiros online, procurando facilitar o fornecimento de serviços bancários e financeiros digitais, governança, educação e saúde, e criando oportunidades para pessoas marginalizadas em comunidades rurais&#8221;.</p>



<p>A representante do PNUD alertou, porém, para o fato de que &#8220;a chegada do 5G amplia a escala dos desafios e das possibilidades, e a desigualdade não é apenas sobre o quanto alguém ganha em comparação com o seu vizinho. Trata-se da distribuição desigual de riqueza, poder e oportunidades que estão trazendo as pessoas para as ruas hoje, e as motivações que terão no futuro, a menos que algo mude.  Reconhecer a verdadeira face da desigualdade é um primeiro passo; o que acontece a seguir é uma escolha que cada líder deve fazer.&#8221; O estudo lançado na terça-feira e seus resultados serão uma forma de reduzir as desigualdades que a representante do PNUD aponta.</p>



<p><em><sub>Fonte: https://bit.ly/38d1F2A</sub></em></p>
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		<title>O que esperar da tecnologia em 2022?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dstec]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia nos dá suporte para a evolução desde o início dos tempos e, agora, enquanto vivemos um processo de digitalização plena, não poderia ser diferente. O fim do ano, por coincidência ou não, representa também o fim de um ciclo e um momento oportuno para projeções sobre o que o futuro trará. Desde 2020 &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2021/12/o-que-esperar-da-tecnologia-em-2022/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">O que esperar da tecnologia em 2022?</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">O que esperar da tecnologia em 2022?</span></a></p>
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<p>A tecnologia nos dá suporte para a evolução desde o início dos tempos e, agora, enquanto vivemos um processo de digitalização plena, não poderia ser diferente. O fim do ano, por coincidência ou não, representa também o fim de um ciclo e um momento oportuno para projeções sobre o que o futuro trará.</p>



<p>Desde 2020 vivemos uma relação intensa com a tecnologia em praticamente tudo o que fazemos, seja para amenizar a falta do abraço de amigos e familiares, ou para trabalhar e fazer compras pela Internet. Um estudo da International Data Corporation indica que mais de 50% da economia global será baseada ou influenciada pelo digital no próximo ano, então, vamos conferir alguns possíveis destaques em tecnologia para 2022.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Mais Internet, menos exclusão digital</h1>



<p>Depois de muita expectativa sobre quando a implementação do 5G seria colocada em prática no Brasil, o ano de 2021 foi marcado pelo leilão das faixas de frequência, etapa fundamental para determinar pontos relevantes sobre a infraestrutura necessária.</p>



<p>O leilão permitiu a entrada de cinco novas operadoras de telefonia móvel no mercado brasileiro, o que pode tornar o serviço ainda mais barato que o 4G, na avaliação do ministro das Comunicações, que destaca que 1.174 municípios com mais de 30 mil habitantes contarão com pelo menos três prestadoras.</p>



<p>Entre os compromissos assumidos pelas empresas que compraram lotes no leilão de frequências, estão acordos úteis para a sociedade como o projeto de conectividade nas escolas que deve direcionar R$3,1 bilhões para levar internet ao ambiente escolar. O compromisso deve levar o 5G standalone<a href="#nota">¹</a> a 72 mil de 85 mil escolas urbanas, enquanto as não atendidas pelo padrão receberão o 4G ou o 5G não-standalone.</p>



<p>A Internet via satélite ajudará a ampliar a conectividade, atendendo áreas remotas como as comunidades rurais. Vale lembrar que a SpaceX adquiriu recentemente 1800 satélites, quantidade suficiente para que o serviço de internet via satélite Starlink alcance cobertura global.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Trabalho híbrido ou 100% remoto?</h1>



<p>Surgindo a princípio como uma resposta rápida para proteger a longevidade de negócios sustentados no modelo do trabalho presencial, pré-pandemia, o home-office ganhou destaque estimulando rapidamente a reflexão sobre qual seria o futuro do modelo centralizado nos escritórios.</p>



<p>Depois de quase dois anos, a discussão parece ter se estabilizado entre o retorno ao modelo híbrido ou 100% remoto, modelo estimulado pela adesão de grandes players como Ambev, Johnson &amp; Johnson, Petrobras e XP Inc. Basicamente as duas correntes que se destacam entre os profissionais que podem atuar fora dos escritórios são aqueles que defendem o trabalho 100% remoto, e os que preferem dividir o tempo entre o home-office e o trabalho presencial, contra poucos que defendem o retorno ao modelo tradicional.</p>



<p>As empresas que utilizam o trabalho remoto tendem a continuar organizando seus métodos e processos para melhorar a experiência de seus colaboradores, através de um suporte cada vez mais maduro e da compreensão profunda das peculiaridades de um sistema mais livre e focado nos resultados.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Consumidor no centro do processo para o comércio</h1>



<p>O comércio tem uma visão cada vez mais centrada no consumidor, o que já é apontado há algum tempo como um caminho para favorecer a fidelização e o aumento de vendas. A usabilidade e experiência do usuário em apps e lojas virtuais, assim como a experiência de consumo nas lojas físicas, são pontos nos quais as empresas vêm investindo mais tempo e recursos.</p>



<p>A atenção aos detalhes e a busca por novos meios de otimizar a experiência do consumidor através da tecnologia seguirão em alta, através do uso de softwares, dispositivos e pelo uso dos dados para aumentar a relevância das ofertas apresentadas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Segurança Digital</h1>



<p>Diante do aumento do consumo online, acelerado pelos efeitos da pandemia como o isolamento social e as restrições impostas nas políticas de lockdown, torna-se imprescindível promover ambientes seguros, de forma que o consumidor possa se sentir à vontade e confiar na sua migração das lojas físicas para o digital.</p>



<p>A LGPD é uma das aliadas na proteção da privacidade do usuário, como uma força orientadora das práticas que envolvem dados pessoais. Apesar da sua importância para políticas de segurança, a LGPD depende de outros meios e métodos para minimizar os riscos do consumidor e, diante da intensa digitalização que vivemos, estes esforços conjuntos em prol da segurança digital seguirão em alta em 2022 (e além!).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Inteligência Artificial</h1>



<p>Representando um assunto de grande destaque na mídia, sempre atraente para o mercado, a IA seguirá em destaque, e estará presente em pelo menos 25% das empresas nos próximos dois anos. Aplicável em campanhas de marketing mais eficientes, prevenção de fraudes, pesquisas científicas e apoio ao agronegócio, podemos dizer que um cenário em que a Inteligência Artificial perca sua relevância é, no mínimo, extremamente improvável (para não dizer impossível).</p>



<p>Em 2022 a utilização de aplicações em IA para automações, experiência do usuário e escalabilidade de negócios devem se consolidar ainda mais, sem ficar de fora do metaverso, é claro, onde a IA criativa poderia criar e apresentar músicas, poesias e arte de forma elaborada e aparentemente natural.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Hiperautomação</h1>



<p>Com a busca por escalabilidade e mais desempenho, que se traduz em resultados positivos para empresas públicas e privadas, além de um menor tempo de espera para o consumidor, a hiperautomação promoverá processos de tomada de decisão cada vez melhores. A combinação entre machine learning e Inteligência Artificial ampliarão o potencial de plataformas e tecnologias como o RPA, reduzindo a burocracia, gerando maior performance e menores custos.</p>



<p>A intensificação da robotização e da IA nos processos empresariais deve estar entre as prioridades das organizações no ano que vem, segundo a avaliação dos CEOs ouvidos pela consultoria Gartner no estudo <a href="https://www.gartner.com/en/information-technology/trends/2021-top-strategic-technology-trends-gb-pd?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=RM_NA_2020_ITTRND_CPC_LG1_2021-TSTT-GB-PD&amp;utm_adgroup=115001691071&amp;utm_term=technology%20trends%202022%20gartner&amp;ad=555030798166&amp;matchtype=e&amp;gclid=Cj0KCQiA5aWOBhDMARIsAIXLlkd0hc4r7UKSuovY83sE2niaHx22Ks40u6KREbFucTB9_VLNlnb43FgaAmRmEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Principais Tendências Estratégias de Tecnologia para 2022”</a>. O estudo indica que, até 2024, os investimentos em hiperautomação atingirão 600 bilhões de Dólares.</p>



<p>Sejam quais forem as novas tendências, também é fundamental ter esperança sobre estarmos prestes a viver uma retomada econômica global, com avanços na saúde que nos ajudarão a lidar com a pandemia atual além de prevenir próximas crises similares. Que venha um excelente 2022!</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="http://nota">¹</a>&nbsp;5G Standalone ou “5G Puro” é a versão da rede que funciona de forma independente, sem o suporte da rede 4G.</p>



<p></p>
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		<title>Tendências em Tecnologia para 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rhylton]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos chegando ao final de 2020, um ano praticamente impossível de se esquecer, por conta de uma das maiores crises já encaradas pela humanidade, que segue tirando vidas e impactando a economia de países por todo o planeta. Apesar da inquestionável dor provocada pelo volume massivo de vidas perdidas, tirar aprendizado de um momento tão &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/12/tendencias-em-tecnologia-para-2021/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Tendências em Tecnologia para 2021</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Tendências em Tecnologia para 2021</span></a></p>
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<p>Estamos chegando ao final de 2020, um ano praticamente impossível de se esquecer, por conta de uma das maiores crises já encaradas pela humanidade, que segue tirando vidas e impactando a economia de países por todo o planeta.</p>



<p>Apesar da inquestionável dor provocada pelo volume massivo de vidas perdidas, tirar aprendizado de um momento tão crítico foi fundamental para a sobrevivência e evolução de negócios há tempos estagnados em suas zonas de conforto. A adesão aos recursos tecnológicos amplamente disponíveis no mercado se tornou inevitável.</p>



<p>Vivemos o ano em que o delivery foi a resposta para equilibrar a equação entre oferta e demanda de produtos e serviços, da mesma forma como aceleramos na direção do teletrabalho como meio de evitar o fim de empresas e do emprego em si.</p>



<p>Agora, às vésperas de um novo ano, precisamos lançar nossos olhares ao futuro para observar quais serão as tendências em tecnologia para 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia em foco</h2>



<p>Depois do choque que impulsionou empreendedores rumo à aplicação da tecnologia para a sobrevivência dos negócios, ela tende a seguir como importante ponto focal para as empresas nos segmentos mais variados. Poderíamos arriscar que o foco em tecnologia, mais do que uma tendência, é questão de sobrevivência para os negócios.</p>



<p>Empresas que passaram a atuar de forma não planejada pela transformação digital, com o sistema de home office, por exemplo, muito provavelmente buscarão meios para otimizar seus processos e estrutura digital.</p>



<p>A produtividade além dos limites do escritório tradicional também abriu um horizonte de muitas possibilidades, e mostrou ao pequeno empreendedor que a tecnologia deve ser considerada uma importante aliada para amplificar seu alcance e maximizar resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cibersegurança</h2>



<p>Companhias esvaziaram andares inteiros de seus escritórios e migraram com seus times para o sistema de home office, que implicou na utilização de estruturas conectadas à Internet, e gera preocupação com a segurança dos dados e vulnerabilidade dos sistemas informatizados.</p>



<p>A combinação entre equipes atuando fora dos escritórios tradicionais, dados corporativos sendo acessados por diferentes dispositivos via redes WiFi domésticas e bilhões de tentativas de ataques cibernéticos tendem a fazer com que a demanda pela cibersegurança siga em alta, justificada, inclusive, pela estimativa de que cerca de 52% dos CIOs e CTOs devem estabelecer regimes híbridos de trabalho em 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência contínua</h2>



<p>Segundo a previsão do Gartner, mais da metade dos novos sistemas de negócios usarão inteligência contínua até 2022. São sistemas capazes de integrar análises em tempo real com operações de negócios, recomendando ações específicas com base em dados históricos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência Artificial, Machine Learning, 5G e IoT</h2>



<p>Segundo a pesquisa global realizada com 350 executivos do Brasil, China, Estados Unidos, Índia e Reino Unido pelo IEEE¹, 32% dos CIOs e CTOs apontaram IA e Machine Learning como as principais tendências de 2021, seguidos pelo 5G com 20% e IoT com 14%.</p>



<p>Considerando apenas os dados do Brasil, IoT e blockchain deverão ser as principais tecnologias em 2021 por aqui.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cloud computing</h2>



<p>Apesar de não ser mais uma grande novidade, e haver opções de serviços disponíveis e viáveis para pessoas físicas, a computação em nuvem se manterá em alta como uma das tendências para 2021, principalmente diante do conceito de anywhere office, com a migração dos dados locais para a nuvem dando suporte a operação de muitos negócios.</p>



<p>De acordo com informações da Forrest Research, além de acelerar a migração para a nuvem, 30% das organizações devem expandir a transferência de dados e proporcionar um desenvolvimento de 35% ao mercado mundial de infraestrutura de nuvem pública em 2021.</p>



<p>Além da mobilidade, o investimento em cloud computing também promove acesso a infraestrutura dos mais modernos data centers, com segurança, recursos de redundância e equipe de suporte, por uma fração do investimento que seria necessário para a manutenção de servidores e estrutura própria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Analytics e Dados</h2>



<p>Diante de um ambiente de negócios onde consumidores e clientes em potencial geram um volume massivo de dados de forma contínua, através do rastreio de seus hábitos de consumo e preferências, o mercado tende a seguir orientado por dados.</p>



<p>Em 2021 dados e analytics vão figurar entre as tendências e devem convergir, aumentando a interação e colaboração entre os dados disponíveis e funções analíticas. Neste cenário, profissionais e gestores encontrarão ainda mais precisão no apoio para a tomada de decisão.</p>



<p>¹ <a href="https://www.ieee.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IEEE</a> &#8211; Instituto de Engenheiros, Eletricistas e Eletrônicos</p>



<p></p>



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		<title>A batalha do 5G: como o Brasil se envolveu na disputa entre EUA e China</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2020 15:20:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escolha brasileira por empresa que implantará tecnologia no país pode ser seguida de retaliação, diz especialista em economia chinesa A briga pelo monopólio da tecnologia 5G mundial está no centro da guerra comercial entre China e Estados Unidos. E nesta quarta-feira 24 o governo americano elevou o tom contra os serviços fornecidos pela chinesa Huawei, &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/06/a-batalha-do-5g-como-o-brasil-se-envolveu-na-disputa-entre-eua-e-china/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">A batalha do 5G: como o Brasil se envolveu na disputa entre EUA e China</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">A batalha do 5G: como o Brasil se envolveu na disputa entre EUA e China</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Escolha brasileira por empresa que implantará tecnologia no país pode ser seguida de retaliação, diz especialista em economia chinesa</h2>
<p>A briga pelo monopólio da tecnologia <strong>5G mundial</strong> está no centro da guerra comercial entre <strong>China</strong> e <strong>Estados Unidos</strong>. E nesta quarta-feira 24 o governo americano elevou o tom contra os serviços fornecidos pela chinesa <strong>Huawei</strong>, ao afirmar em uma nota divulgada pela Embaixada em Brasília que o mundo deve resistir ao “estado de vigilância do Partido Comunista Chinês”. Alvo de lobby de ambas as nações, o Brasil foi colocado em uma posição delicada na disputa.</p>
<p>A Huawei deixa claro seu interesse em participar da implantação da tecnologia no país. Porém, ao mesmo tempo em que tenta conservar os laços com a China – o maior parceiro comercial brasileiro – o governo de Jair Bolsonaro também força uma aproximação com os Estados Unidos.</p>
<p>O governo americano alega que a tecnologia da Huawei representa uma ameaça à segurança nacional nas nações que a adotam, pela proximidade da empresa com o governo chinês, e protagoniza uma campanha para influenciar seus aliados a escolher tecnologias alternativas à oferecida por Pequim. Além da Huawei, as outras grandes empresas que oferecem serviços de 5G semelhantes ao chinês são a sueca Ericsson, a finlandesa Nokia e a sul-coreana Samsung – não há nenhuma empresa americana que disputa o monopólio no mesmo patamar.</p>
<p>O Brasil prepara um leilão para escolher empresas que vão instalar a rede de telefonia 5G no país. O evento, porém, não deve mais acontecer em 2020.</p>
<p>As operadoras de telefonia móvel no Brasil têm ressaltado a importância de não se depender de um único fornecedor. Em uma live promovida pelo deputado Vinícius Carvalho (Republicanos-SP) na segunda-feira 22, o vice-presidente de relações institucionais da Claro, Fábio Andrade, destacou a seriedade da definição de aspectos técnicos para a instalação da tecnologia e da elucidação da permissão ou não do uso de equipamentos chineses, com esclarecimentos sobre quanto poderá ser empregado por cada empresa. “Essa questão política do leilão é muito importante, porque impacta no custo dos equipamentos de uma maneira muito grande”, disse.</p>
<p>O governo brasileiro sinaliza alinhamento com os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que o vice-presidente Hamilton Mourão costura a relação com empresários e políticos chineses há mais de um ano. Por sua vez, a Huawei continua se defendendo e negando as acusações americanas.</p>
<p>As redes 5G prometem velocidades de download até vinte vezes maiores do que no 4G, permitem que mais gente fique conectada em uma mesma região simultaneamente e oferece conectividade quase instantânea entre aparelhos.</p>
<p>Nesta semana o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, deu mais um passo na investida dos Estados Unidos contra a China. Em um comunicado divulgado pela Embaixada no Brasil, o diplomata afirmou que “cidadãos de todo o mundo estão acordando para o perigo do estado de vigilância do Partido Comunista Chinês”.</p>
<p>Sem apresentar dados concretos para sua afirmação, o secretario de Estado americano defendeu que a “maré está virando” em favor das empresas de telecomunicações que os Estados Unidos consideram “limpas”. A multinacional espanhola Telefónica, dona da operadora Vivo, no Brasil, também foi mencionada pelo chanceler. Pompeo fez alusão a uma declaração do CEO da empresa, José María Álvarez-Pallete, em que ele afirma que, em breve, suas marcas não usariam equipamentos de “fornecedores não confiáveis”.</p>
<p>A empresa de telecomunicações é privada. Mas, para Roberto Dumas, especialista em economia chinesa do Ibmec, “a Huawei pode sim ser controlada pelo Exército de Libertação Popular da China”, já que durante as reformas promovidas por Deng Xiaoping entre 1978 e 1990 expandiu-se a influência de militares em empresas chinesas. O fundador da Huawei, Ren Zhengfei, de 74 anos, é ex-militar.</p>
<p>Dumas, porém, reforça a importância de uma análise técnica do Brasil antes da tomada de qualquer deliberação. “A decisão do Brasil terá grande impacto, e deve ser tomada com base em análises técnicas e não ideológicas”, diz.</p>
<p>Para o especialista, a escolha brasileira pode ser seguida de retaliação de qualquer um dos governos envolvidos na disputa. “Se o Brasil optar pelas tecnologias impulsionadas pelos Estados Unidos, uma retaliação chinesa seria péssima para o agronegócio”, diz.</p>
<p>Oficialmente, a embaixada americana em Brasília afirma que o resultado do leilão não afetará os rumos das negociações econômicas entre Brasil e Estados Unidos. “É uma questão de segurança, não é uma batalha comercial”, disse uma representante da diplomacia americana. “Mas a retaliação pode vir escondida, pode haver má vontade no futuro”, opina Dumas.</p>
<p>Segundo afirmou o embaixador Todd Chapman em entrevista à <em>Folha de S.Paulo</em>, os Estados Unidos já discutem com o governo brasileiro e com empresas nacionais o financiamento para compra de equipamentos da Ericsson e da Nokia para a infraestrutura da rede 5G no país.</p>
<p>Em janeiro, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, concedeu à Huawei um papel limitado na rede móvel 5G do país, apesar da pressão dos americanos. Porém, de acordo com a imprensa britânica, o governo vem conduzindo uma revisão do papel da empresa chinesa no país para garantir sua segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: https://bit.ly/31mBctf</em></p>
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		<title>Humanos artificiais e destaques da CES 2020</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 21:03:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novos dispositivos inteligentes também foram destaque Humanos artificiais em 3D, com quem indivíduos podem interagir em várias situações e para distintas tarefas, foram a principal novidade da maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Eletronics Show, realizada na última semana em Las Vegas, nos Estados Unidos. Entre os destaques também estiveram novos dispositivos inteligentes, &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/01/humanos-artificiais-e-destaques-da-ces-2020/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Humanos artificiais e destaques da CES 2020</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Humanos artificiais e destaques da CES 2020</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="newsHeader">
<h3>Novos dispositivos inteligentes também foram destaque</h3>
<p>Humanos artificiais em 3D, com quem indivíduos podem interagir em várias situações e para distintas tarefas, foram a principal novidade da maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Eletronics Show, realizada na última semana em Las Vegas, nos Estados Unidos. Entre os destaques também estiveram novos dispositivos inteligentes, especialmente veículos e equipamentos domésticos.</p>
<p>A Samsung roubou as atenções com o Neon, projeto que cria avatares digitais gerados por computador, simulando humanos artificiais que podem conversar e expressar emoções. Dados sobre imagens de pessoas e comportamento humano alimentam sistemas de aprendizado de máquina e inteligência artificial para gerar novos “seres”.</p>
<p>Eles são projetados em telas, ainda não em 3D. A diferença, prometem os responsáveis pelo projeto, é que não se trata de um vídeo, mas de um sistema que consegue reagir em tempo real, buscando espelhar atitudes de seres humanos (veja um <a href="https://twitter.com/sekiguchiaimi/status/1215146492253499394" target="_blank" rel="noopener noreferrer">exemplo</a>)</p>
<p>No grupo de inovações inteligentes, uma que chamou a atenção foi o robô da Samsung, apelidado de Ballie, desenvolvido na forma de uma bola de tênis. Ele funciona como um assistente, não somente recebendo os comandos dos moradores, como interagindo com outros equipamentos da residência, acionando, desligando ou alterando parâmetros. Confira o vídeo a seguir:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/c7N5UDZX7TQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Carros voadores</h2>
<p>Entre os vários automóveis expostos, a Uber e a Hyundai anunciaram um táxi voador que poderá ser usado para evitar o tráfego. A inovação não foi lançada, e um protótipo só deverá ser entregue em 2023. Ele dever ser 100% elétrico, atingir até 300 quilômetros por hora (km/h) e poderá até ser autônomo, sem a necessidade de um motorista.</p>
<p style="text-align: left;">Outra novidade foi um modelo da Sony (empresa especializada em áudio e vídeo, mas não integrante da indústria automotiva). A companhia lançou o carro elétrico, apontando-o como vanguarda em veículos inteligentes. O automóvel é equipado com 33 sensores internos e externos, conexão já compatível com 5G, assistentes para motoristas. Confira o vídeo a seguir:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/-6fHmNvvEcE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>Privacidade</h2>
<p>Em meio a denúncias nos últimos anos, como a do uso de dados para manipulação eleitoral (como o do Cambridge Analytica) ou grandes vazamentos de dados (que atingiu do Facebook ao Uber), a privacidade surgiu como um aspecto de diversas inovações.</p>
<p>O sistema de segurança da Vayyar faz o monitoramento utilizando ondas de rádio, e não por meio de câmeras. Essa ferramenta vem sendo bastante questionada, como no caso do sistema de vídeo doméstico Ring, da Amazon, cuja falta de segurança foi denunciada no ano passado. O produto permite que o armazenamento seja feito em um servidor do morador, evitando acesso aos dados na nuvem.</p>
<p>Duas das maiores plataformas digitais do mundo, Google e Facebook aproveitaram a ocasião para anunciar novas ferramentas de privacidade. A primeira informou que seus assistentes virtuais, como o Nest, terão a possibilidade de apagar o registro de um comando de voz se o usuário assim solicitar ao equipamento. O Facebook criou novos recursos, com a promessa de facilitar o manejo pelos usuários das configurações de privacidade.</p>
<h2>Dobráveis</h2>
<p>Já sinalizados na edição do ano passado, os aparelhos “dobráveis” se multiplicaram. A nova forma começou nos smartphones. Mas, neste ano, a Lenovo mostrou um notebook que também pode ser movido dessa maneira. Ele estará disponível no mercado dos Estados Unidos por US$ 2.500 (R$ 10,1 mil).</p>
<p>A Samsung inovou no conceito ao expor não um monitor dobrável, mas curvo, com capacidade de dar outra impressão realista das imagens exibidas. Com cerca de 50 polegadas, ele tem como foco os jogadores de video-game.</p>
<h2>Saúde</h2>
<p>Muitas inovações focaram em benefícios à saúde. A startup AO apresentou uma máscara de ar pessoal batizada de Atmos. Ela cobre nariz e boca e, por meio de filtros específicos, purifica o ar que o usuário respira. O item será lançado em julho, ao preço de US$ 350 (R$ 1.425). A Segway S-Pot é uma cadeira de rodas motorizada que pode alcançar até 40 km/h. Ela pode ser controlada por um aparelho, como um joystick de video-game.</p>
<p>A MamaRoo lançou um berço eletrônico com recursos de balanço, de modo a simular cinco tipos de movimentação, de trajeto de carro a balanço de árvores. Além disso, o aparelho também emite sons que podem contribuir no relaxamento do bebê para dormir. Por meio da tecnologia bluetooth, os pais podem definir tempos e que recursos desejam usar por meio de um app. O produto custará US$ 329 (R$ 1340).</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://bit.ly/2Nn97KJ</em></p>
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		<title>China dá os primeiros passos em direção ao 6G</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 13:09:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>País começará formalmente com a pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia em 2020 com o objetivo de comercializá-la em 2030. Pesquisadores chineses começaram a explorar os conceitos do que será a sexta geração da tecnologia móvel, em um momento em que o país asiático ainda está promovendo a comercialização das redes 5G, informaram nesta quinta-feira &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2018/11/china-da-os-primeiros-passos-em-direcao-ao-6g/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">China dá os primeiros passos em direção ao 6G</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">China dá os primeiros passos em direção ao 6G</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="content-head__subtitle">País começará formalmente com a pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia em 2020 com o objetivo de comercializá-la em 2030.</h3>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pesquisadores chineses começaram a explorar os conceitos do que será a sexta geração da tecnologia móvel, em um momento em que o país asiático ainda está promovendo a comercialização das redes 5G, informaram nesta quinta-feira (15) meios de comunicação chineses especializados.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A China começará formalmente com a pesquisa e o desenvolvimento da tecnologia móvel 6G em 2020 com o objetivo de comercializá-la em 2030.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo declarou Su Xin, chefe do grupo de trabalho para desenvolver a rede 5G dentro do Ministério de Indústria e Tecnologias da Informação, a China espera que a rede 6G amplie a cobertura a altitudes ainda mais altas e ofereça velocidades de transmissão de 1 terabyte por segundo, ou seja, uma velocidade dez vezes mais rápida que a tecnologia 5G.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O 5G tem três vantagens: uma grande largura de banda, baixa latência e conexões amplas. Pois bem, o 6G se sairá melhor nesses três cenários&#8221;, disse Su ao jornal oficial &#8220;Securities Times&#8221;, acrescentando que o 6G &#8220;pode revolucionar a estrutura de toda a rede cabeada e sem fio&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já em março deste ano, o ministro de Indústria e Tecnologias da Informação, Miao Wei, garantiu que a China começaria este ano a explorar vias para pesquisar e desenvolver a tecnologia 6G, segundo lembrou hoje o portal chinês de tecnologia &#8220;Yesky&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a plataforma, &#8220;a rede 6G contribuirá para o desenvolvimento da interconexão digital de objetos cotidianos com a internet e a melhoria das comunicações satelitais com as redes móveis&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por sua parte, empresas como a China Mobile continuam promovendo a comercialização do 5G, com objetivos pré-comerciais e comerciais para 2019, segundo destacou o vice-presidente dessa empresa, Li Huidi, durante a 5ª Conferência Mundial de Internet.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2900" src="http://dstec.com.br/wp-content/uploads/2018/11/do-1g-ao-5g.jpg" alt="Infográfico do 1G ao 5G" width="500" height="982" srcset="https://dstec.com.br/wp-content/uploads/2018/11/do-1g-ao-5g.jpg 500w, https://dstec.com.br/wp-content/uploads/2018/11/do-1g-ao-5g-153x300.jpg 153w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: https://glo.bo/2Teb5OM</p>
</div>
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		<title>5G, uma nova revolução na conectividade móvel</title>
		<link>https://dstec.com.br/2017/07/5g-uma-nova-revolucao-na-conectividade-movel/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 18:03:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fontes como o Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), vêm apontando desde meados de 2015 uma consolidação do telefone celular como o principal meio para acesso à internet no Brasil. Em 2014, por exemplo, o acesso à internet por meio do celular já predominava (80,4%) &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2017/07/5g-uma-nova-revolucao-na-conectividade-movel/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">5G, uma nova revolução na conectividade móvel</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">5G, uma nova revolução na conectividade móvel</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fontes como o Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), vêm apontando desde meados de 2015 uma consolidação do telefone celular como o principal meio para acesso à internet no Brasil. Em 2014, por exemplo, o acesso à internet por meio do celular já predominava (80,4%) em relação ao uso dos computadores (76,6%).</p>
<p>Além da popularização do acesso via WiFi, a internet móvel que chegou com o 3G no ano de 2008 ajudou a impulsionar a migração computador-smartphone, carregando o usuário através de um processo evolutivo que aumenta de maneira significativa a velocidade de transmissão de dados em dispositivos móveis, transformando a forma como utilizamos a internet. Fica ainda mais fácil perceber a velocidade do processo, ao confrontar a tecnologia <strong>3G</strong>, cujas taxas de transferência precisam atingir a velocidade mínima <strong>200 kbit/s</strong>, com o <strong>4G</strong> que chegou aqui em meados de 2014 e provê velocidades a partir de <strong>100 Megabits/s</strong>.</p>
<p>Ainda que grande parte dos usuários no Brasil sofra atualmente para extrair qualidade dos serviços de internet móvel, ou ainda nem sequer tenham disponibilidade para cobertura 4G, já começa a surgir num horizonte não muito distante a quinta geração de conectividade móvel, o 5G.</p>
<p>A proposta é a criação de um ambiente totalmente novo com o 5G, o que por sua vez certamente demanda bastante trabalho quanto a melhorias de infraestrutura e até mesmo mudanças na interface utilizada atualmente. Dentre os pontos altos do 5G estaria o seu alto padrão de velocidade, onde <strong>as conexões estariam entre 1 e 20 Gbps</strong> (superando a escala dos Mbps de suas antecessoras), mas vale lembrar que as taxas máximas serão compartilhadas entre vários usuários, e uma estimativa conservadora seria de algo em torno de 100 mbps por usuário, segundo o Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco.</p>
<p>Apertem os cintos! Além da <strong>baixíssima latência, na faixa de 1ms</strong>, o 5G será cerca de 8 vezes mais rápido que a tecnologia 4G, porém, como toda inovação tem seu preço, será necessário trocar de smartphone (sim, outra vez!) para usufruir do 5G, assim como na transição para o 4G.</p>
<p>A Telecom Italia e o governo de San Marino informaram nesta segunda (17), que assinaram um memorando para a substituição da rede 4G pela sua sucessora, 5G, em todo o país até o final de 2018, tornando a internet cerca de 10x mais rápida.</p>
<p>Um estudo da Comissão Europeia estima que o desenvolvimento do 5G custará 56,6 bilhões de euros, e criará 2,3 milhões de empregos na Europa até 2020, ano em que está prevista a conclusão da implantação nos países europeus, coincidindo com a sua chegada aqui no Brasil.</p>
<p>A primeira demonstração do 5G no Brasil aconteceu em 2016 durante a Futurecom, em São Paulo, e foi realizada pela operadora Claro. Já a Vivo afirma ter sido a primeira operadora brasileira a atingir velocidades de rede de mais de 530 Mbps usando sua própria infraestrutura na região metropolitana de São Paulo. Uma coisa é certa, independente da operadora que sair na frente nessa corrida, estamos ansiosos para começar a utilizar o 5G com toda a qualidade projetada, que promete ir bem além do aumento da velocidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Confira o infográfico projetado pelo G1 apresentando uma linha do tempo da conexão móvel.</em></p>
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