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	<title>cibersegurança Archives &#8226; DSTEC</title>
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	<title>cibersegurança Archives &#8226; DSTEC</title>
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		<title>Digitalização de Governos: benefícios e desafios</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 01:29:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dizer que a transformação digital não é mais uma opção é no mínimo repetitivo. Já faz dois anos que estamos lidando com a digitalização impulsionada por motivos de força maior e, dessa vez, nem mesmo o governo ousou ficar da maré da tecnologia e inovação. A colaboração público-privada já era indicada como necessária para a &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2022/04/digitalizacao-de-governos-beneficios-e-desafios/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Digitalização de Governos: benefícios e desafios</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Digitalização de Governos: benefícios e desafios</span></a></p>
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<p>Dizer que a transformação digital não é mais uma opção é no mínimo repetitivo. Já faz dois anos que estamos lidando com a digitalização impulsionada por motivos de força maior e, dessa vez, nem mesmo o governo ousou ficar da maré da tecnologia e inovação.</p>



<p>A colaboração público-privada já era indicada como necessária para a superação dos desafios globais no Fórum Econômico Mundial, um ano antes da pandemia balançar a estrutura da economia global. Os desafios em questão vão desde as mudanças climáticas até a desigualdade econômica, tópicos capazes de promover uma transformação profunda do mundo como conhecemos.</p>



<p>Felizmente, estamos nos distanciando da ideia de que inovação e tecnologias de potencial disruptivo estão limitadas à iniciativa privada. A movimentação do governo rumo à digitalização de um grande volume de serviços ao cidadão deixa clara a consciência sobre seu impacto em sentidos diversos como:</p>



<ul><li>Clareza e compreensão dos anseios do cidadão para orientar ações de forma a obter resultados positivos.</li><li>Maior eficiência, comodidade e qualidade na oferta de serviços.</li><li>Resolução de problemas e construção de meios para a geração de receita.</li></ul>



<p>Ainda no período pré-pandemia, em meados de 2019, um relatório do FEM qualificava governos como “dinossauros da era digital: lentos, madeireiros e ultrapassados”. De lá para cá, o Governo Federal avançou digitalizando 1666 serviços públicos que agora podem ser acessados pela Internet.</p>



<p>Diante da necessidade de adaptação ao que já não podemos chamar de futuro, 73% dos 4900 serviços oferecidos pelo Governo são digitais e atingem 122 milhões de usuários. A forma como os serviços públicos chegam ao contribuinte foi remodelada, trazendo amplos benefícios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pilares para a digitalização de governos</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Experiência do Usuário</h3>



<p>No ambiente digital, é fundamental compreender que o contribuinte e o consumidor moderno são a mesma pessoa. A valorização da experiência durante a utilização de serviços é uma característica consolidada no setor privado, e eleva a expectativa do cidadão sobre os serviços públicos digitais.</p>



<p>Se no passado não havia preocupação com a experiência do usuário durante a prestação de serviços públicos nas repartições, hoje o contribuinte é o centro das atenções. Mais que digitalizar processos mantendo sua forma tradicional, governos precisam se comprometer com a qualidade do serviço e aumentar o nível de confiança do contribuinte.</p>



<p>Com a ampliação da presença nas mídias sociais, governos e órgãos públicos veem o contribuinte substituir seus canais de interação tradicionais. Feedbacks dos usuários estão expostos e, apesar de nem sempre serem positivos, representam uma valiosa fonte de dados para orientar ações, otimizar os serviços oferecidos e corrigir desvios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Geração de Valor</h3>



<p>No meio do caminho havia uma crise. Em um momento de extrema incerteza, com um mercado abalado pelos impactos da Covid-19, a sociedade precisou reavaliar o conceito de valor. Até mesmo famílias com maior renda passaram a experimentar serviços e produtos alternativos e, em alguns casos, não voltaram ao padrão anterior.</p>



<p>Mais que facilitar e tornar serviços públicos acessíveis, é fundamental que a tecnologia seja aplicada para promover soluções inovadoras que atualizem os modelos estabelecidos. A digitalização precisa conectar a gestão pública ao uso mais inteligente dos recursos, viabilizando programas e serviços que gerem benefícios reais para o contribuinte.</p>



<p>Estima-se, por exemplo, que o Registro de Pescador, implantado pelo Governo Federal, irá gerar uma economia de R$83,6 milhões por ano, dos quais 93% beneficiam o cidadão.</p>



<p>Não só a economia de recursos financeiros, mas também a agilidade e comodidade se destacam na geração de valor para o contribuinte. A automação robótica de processos é um exemplo prático de como a tecnologia pode reduzir a pressão de tarefas rotineiras e repetitivas, liberando recursos e o tempo dos servidores, que podem atuar de forma mais inteligente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Privacidade e Cibersegurança</h3>



<p>Além de hiperconectado e sedento por experiências positivas em cada serviço que consome, o cidadão também está mais consciente de seu direito à privacidade. Fraudes, violações e vazamentos de dados são preocupações constantes para pessoas e organizações, então, a responsabilidade com a cibersegurança é imperativa para governos digitais.</p>



<p>À medida que governos e órgãos públicos se tornam digitais, interconectados com organizações parceiras e dispositivos de IoT, surgem também vulnerabilidades que podem ser exploradas para ciberataques. Cabe aos governos tomar as medidas para proteger o contribuinte, promovendo um ambiente confiável para os usuários de seus serviços.</p>



<p>A infraestrutura descentralizada e as soluções de cloud computing aumentam o poder computacional ao mesmo tempo em que otimizam custos, contudo, demanda atenção especial a medidas de segurança como identificação biométrica e login seguro.</p>



<p>Diante da preocupação constante e crescente do contribuinte com a maneira como seus dados são utilizados, é vital que governos utilizem sistemas de gerenciamento da informação confiáveis e seguros.</p>
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		<title>Ampliando a cibersegurança em governos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dstec]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2021 10:39:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos conectados por tanto tempo e em tantos canais, que a maioria de nós já nem sequer pensa muito a respeito. Nossos dados trafegam entre aplicativos, e-mails, plataformas de empresas e governos, o que proporciona conveniência e praticidade em muitos sentidos, mas também nos expõe a possibilidade de falhas de segurança. Os números relacionados a &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2021/10/ampliando-a-ciberseguranca-em-governos/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ampliando a cibersegurança em governos</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ampliando a cibersegurança em governos</span></a></p>
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<p>Vivemos conectados por tanto tempo e em tantos canais, que a maioria de nós já nem sequer pensa muito a respeito. Nossos dados trafegam entre aplicativos, e-mails, plataformas de empresas e governos, o que proporciona conveniência e praticidade em muitos sentidos, mas também nos expõe a possibilidade de falhas de segurança.</p>



<p>Os números relacionados a vazamentos de dados na Internet demonstram a importância da atenção à segurança da informação, afinal, <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/o-mundo-ja-registra-4-6-bilhoes-de-dados-vazados-em-2021-diz-psafe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apenas no primeiro semestre de 2021, mais de 4,6 bilhões de credenciais foram vazadas</a>, representando um aumento de 387% em relação a todo o ano de 2019, por exemplo.</p>



<p>Vazamentos de dados são definitivamente um problema, mas, é difícil encontrar um grande ataque cibernético nos últimos cinco anos, em que a identidade, geralmente uma senha comprometida, não tenha fornecido o vetor de ataque. Vivemos um momento em que não existem senhas “seguras”, afinal, são “segredos compartilhados” que precisam ser conhecidos pelo usuário e aplicações que as armazenam nos servidores de autenticação, tornando-as inerentemente vulneráveis a inúmeros métodos de ataque, entre eles o phishing, malwares e ataques de força bruta.</p>



<p>O uso de phishing, por exemplo, para enganar usuários e descobrir suas senhas é o mais alarmante. Um relatório do Anti-Phishing Working Group (APWG) descobriu que 2016 foi o pior ano da história para golpes utilizando o método, com um volume de ataques 65% maior em relação ao ano anterior.</p>



<p>Diante do aumento da frequência de ataques do tipo, governos buscam políticas focadas no impulsionamento da adoção de <a href="https://support.microsoft.com/pt-br/topic/o-que-%C3%A9-autentica%C3%A7%C3%A3o-multifator-e5e39437-121c-be60-d123-eda06bddf661" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autenticação multifator (MFA)</a>, que podem evitar ataques baseados em senha e proteger de forma mais eficiente dados e sistemas críticos.</p>



<p>A consultoria em gestão de risco e segurança Chertoff Group, elenca 8 princípios fundamentais para que governos protejam ativos críticos de forma eficiente através de políticas de autenticação.</p>



<h1 class="wp-block-heading">1. Tenha um plano que aborde explicitamente a autenticação</h1>



<p>Embora uma abordagem sólida para autenticação seja apenas um elemento de uma abordagem adequada ao gerenciamento de riscos cibernéticos, qualquer iniciativa cibernética que não inclua um foco em autenticação forte está lamentavelmente incompleta.</p>



<h1 class="wp-block-heading">2. Reconheça as limitações de segurança dos segredos compartilhados</h1>



<p>Os responsáveis pela elaboração de políticas de segurança devem entender as limitações das tecnologias de MFA de primeira geração, como senhas de uso único ou OTPs, que dependem de segredos compartilhados e buscam incentivar a adoção de alternativas mais seguras, como aquelas que utilizam criptografia de chave pública onde as chaves são sempre armazenadas — e nunca saem — do dispositivo do usuário, como Padrões de autenticação FIDO.</p>



<h1 class="wp-block-heading">3. Garanta que as soluções de autenticação sejam compatíveis</h1>



<p>À medida que o uso de transações móveis cresce, qualquer política que não esteja voltada para otimizar o uso de MFA no ambiente móvel não conseguirá proteger de fato as transações realizadas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">4. Não prescreva nenhuma tecnologia ou solução única</h1>



<p>A autenticação está no meio de uma onda de inovação, e novas tecnologias melhores continuarão a surgir. Por esse motivo, os governos devem se concentrar em uma abordagem baseada em princípios da política de autenticação que não impeça o uso de novas tecnologias.</p>



<h1 class="wp-block-heading">5. Incentive a adoção generalizada escolhendo soluções de autenticação fáceis de usar</h1>



<p>A baixa usabilidade frustra os usuários e impede a adoção generalizada. As soluções de MFA de última geração reduzem drasticamente esse “atrito do usuário” e, ao mesmo tempo, oferecem ganhos de segurança ainda maiores. Os responsáveis pelas políticas devem procurar incentivos para incentivar o uso de MFA de próxima geração que aborde tanto a segurança quanto a experiência do usuário.</p>



<h1 class="wp-block-heading">6. Entenda que as antigas barreiras à autenticação forte não se aplicam mais</h1>



<p>Um dos maiores obstáculos à adoção de MFA tem sido o custo — anteriormente, poucas organizações podiam se dar ao luxo de implementar tecnologias de MFA de primeira geração. Hoje, existem dezenas de empresas que oferecem soluções de autenticação de próxima geração que são mais fortes que as senhas, mais simples de usar e menos dispendiosas de implantar e gerenciar.</p>



<h1 class="wp-block-heading">7. Saiba que a privacidade é importante</h1>



<p>As soluções de MFA podem variar muito em sua abordagem à privacidade — algumas rastreiam cada movimento dos usuários ou criam bancos de dados de informações do consumidor. Essas soluções levantam preocupações com a privacidade e criam caches valiosos de informações que estão sujeitas a ataques. Felizmente, hoje várias empresas de autenticação adotaram uma abordagem de “privacidade desde a concepção” que mantém uma biometria valiosa no dispositivo de um usuário e minimiza a quantidade de dados pessoais armazenados nos servidores.</p>



<h1 class="wp-block-heading">8. Use biometria apropriadamente</h1>



<p>A quase ubiquidade dos sensores biométricos em dispositivos móveis está criando opções para autenticação segura, facilitando o uso de tecnologia como impressão digital e reconhecimento facial. No entanto, a biometria é mais bem utilizada como uma das camadas de uma solução MFA — combinando uma biometria em um dispositivo para, em seguida, desbloquear um segundo fator.</p>



<p>Idealmente, a biometria deve ser armazenada e combinada apenas em um dispositivo, evitando a necessidade de lidar com os riscos de privacidade e segurança associados a sistemas que armazenam biometria centralmente. Todos os dados biométricos armazenados em um servidor são vulneráveis a cair em mãos erradas caso o servidor seja comprometido. Este foi o caso em junho de 2015 quando ocorreu a violação do Office of Personnel Management (OPM) dos Estados Unidos, resultando em 1,1 milhão de impressões digitais comprometidas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Conclusão</h1>



<p>Não há tecnologia ou padrão capaz de eliminar o risco de ciberataques, mas adotar padrões modernos de MFA pode ser um passo fundamental para uma redução significativa. Através dos oito princípios governos podem criar uma sólida base para o uso da autenticação multifator, que melhora a segurança coletiva e contribui para maior privacidade e confiança no ambiente digital.</p>
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		<title>Tendências em Tecnologia para 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rhylton]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos chegando ao final de 2020, um ano praticamente impossível de se esquecer, por conta de uma das maiores crises já encaradas pela humanidade, que segue tirando vidas e impactando a economia de países por todo o planeta. Apesar da inquestionável dor provocada pelo volume massivo de vidas perdidas, tirar aprendizado de um momento tão &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/12/tendencias-em-tecnologia-para-2021/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Tendências em Tecnologia para 2021</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Tendências em Tecnologia para 2021</span></a></p>
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<p>Estamos chegando ao final de 2020, um ano praticamente impossível de se esquecer, por conta de uma das maiores crises já encaradas pela humanidade, que segue tirando vidas e impactando a economia de países por todo o planeta.</p>



<p>Apesar da inquestionável dor provocada pelo volume massivo de vidas perdidas, tirar aprendizado de um momento tão crítico foi fundamental para a sobrevivência e evolução de negócios há tempos estagnados em suas zonas de conforto. A adesão aos recursos tecnológicos amplamente disponíveis no mercado se tornou inevitável.</p>



<p>Vivemos o ano em que o delivery foi a resposta para equilibrar a equação entre oferta e demanda de produtos e serviços, da mesma forma como aceleramos na direção do teletrabalho como meio de evitar o fim de empresas e do emprego em si.</p>



<p>Agora, às vésperas de um novo ano, precisamos lançar nossos olhares ao futuro para observar quais serão as tendências em tecnologia para 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia em foco</h2>



<p>Depois do choque que impulsionou empreendedores rumo à aplicação da tecnologia para a sobrevivência dos negócios, ela tende a seguir como importante ponto focal para as empresas nos segmentos mais variados. Poderíamos arriscar que o foco em tecnologia, mais do que uma tendência, é questão de sobrevivência para os negócios.</p>



<p>Empresas que passaram a atuar de forma não planejada pela transformação digital, com o sistema de home office, por exemplo, muito provavelmente buscarão meios para otimizar seus processos e estrutura digital.</p>



<p>A produtividade além dos limites do escritório tradicional também abriu um horizonte de muitas possibilidades, e mostrou ao pequeno empreendedor que a tecnologia deve ser considerada uma importante aliada para amplificar seu alcance e maximizar resultados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cibersegurança</h2>



<p>Companhias esvaziaram andares inteiros de seus escritórios e migraram com seus times para o sistema de home office, que implicou na utilização de estruturas conectadas à Internet, e gera preocupação com a segurança dos dados e vulnerabilidade dos sistemas informatizados.</p>



<p>A combinação entre equipes atuando fora dos escritórios tradicionais, dados corporativos sendo acessados por diferentes dispositivos via redes WiFi domésticas e bilhões de tentativas de ataques cibernéticos tendem a fazer com que a demanda pela cibersegurança siga em alta, justificada, inclusive, pela estimativa de que cerca de 52% dos CIOs e CTOs devem estabelecer regimes híbridos de trabalho em 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência contínua</h2>



<p>Segundo a previsão do Gartner, mais da metade dos novos sistemas de negócios usarão inteligência contínua até 2022. São sistemas capazes de integrar análises em tempo real com operações de negócios, recomendando ações específicas com base em dados históricos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência Artificial, Machine Learning, 5G e IoT</h2>



<p>Segundo a pesquisa global realizada com 350 executivos do Brasil, China, Estados Unidos, Índia e Reino Unido pelo IEEE¹, 32% dos CIOs e CTOs apontaram IA e Machine Learning como as principais tendências de 2021, seguidos pelo 5G com 20% e IoT com 14%.</p>



<p>Considerando apenas os dados do Brasil, IoT e blockchain deverão ser as principais tecnologias em 2021 por aqui.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cloud computing</h2>



<p>Apesar de não ser mais uma grande novidade, e haver opções de serviços disponíveis e viáveis para pessoas físicas, a computação em nuvem se manterá em alta como uma das tendências para 2021, principalmente diante do conceito de anywhere office, com a migração dos dados locais para a nuvem dando suporte a operação de muitos negócios.</p>



<p>De acordo com informações da Forrest Research, além de acelerar a migração para a nuvem, 30% das organizações devem expandir a transferência de dados e proporcionar um desenvolvimento de 35% ao mercado mundial de infraestrutura de nuvem pública em 2021.</p>



<p>Além da mobilidade, o investimento em cloud computing também promove acesso a infraestrutura dos mais modernos data centers, com segurança, recursos de redundância e equipe de suporte, por uma fração do investimento que seria necessário para a manutenção de servidores e estrutura própria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Analytics e Dados</h2>



<p>Diante de um ambiente de negócios onde consumidores e clientes em potencial geram um volume massivo de dados de forma contínua, através do rastreio de seus hábitos de consumo e preferências, o mercado tende a seguir orientado por dados.</p>



<p>Em 2021 dados e analytics vão figurar entre as tendências e devem convergir, aumentando a interação e colaboração entre os dados disponíveis e funções analíticas. Neste cenário, profissionais e gestores encontrarão ainda mais precisão no apoio para a tomada de decisão.</p>



<p>¹ <a href="https://www.ieee.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IEEE</a> &#8211; Instituto de Engenheiros, Eletricistas e Eletrônicos</p>



<p></p>



<p><a href="https://dstec.com.br/contato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Converse com os nossos especialistas e descubra como implementar as soluções DSTEC no seu negócio.</a></p>
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		<title>10 profissões que podem ter destaque pós-pandemia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 12:27:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia, finanças e saúde estão entre as áreas de destaque; busca deve ser maior por profissionais seniores e com habilidades socioemocionais SÃO PAULO – A pandemia teve um impacto significativo sobre as empresas, que diante de quedas bruscas nas vendas e receitas tiveram que demitir parte do quadro de funcionários. Mas mesmo entre aqueles que &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/06/10-profissoes-que-podem-ter-destaque-pos-pandemia/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">10 profissões que podem ter destaque pós-pandemia</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">10 profissões que podem ter destaque pós-pandemia</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Tecnologia, finanças e saúde estão entre as áreas de destaque; busca deve ser maior por profissionais seniores e com habilidades socioemocionais</h2>
<p>SÃO PAULO – A pandemia teve um impacto significativo sobre as empresas, que diante de quedas bruscas nas vendas e receitas tiveram que demitir parte do quadro de funcionários. Mas mesmo entre aqueles que mantiveram seus empregos, muitos se depararam com reduções de salário e jornada de trabalho, e tiveram que se adaptar ao home office, que foi adotado em grande escala.</p>
<p>Diante do cenário complexo, muitos profissionais buscam entender como podem se tornar peças-chave para suas organizações, para garantir o emprego e alcançar novos patamares na carreira.</p>
<p>Pensando nisso, o <strong>InfoMoney</strong> conversou com alguns especialistas em recrutamento e seleção, recursos humanos e da área de educação para entender quais profissões vêm ganhando destaque nesse período de transformação e quais devem seguir em alta pós-pandemia.</p>
<p>Lucas Papa, gerente sênior da empresa de recrutamento Michael Page, explica que nesse momento é difícil definir quais serão os destaques do mercado de trabalho depois que a crise passar.</p>
<p>“Tudo está mudando muito rápido, são muitas transformações. O que sabemos é que poucas funções serão iguais daqui para frente. Ainda é cedo para falar com precisão quais serão os cargos de importância, mas já vemos algumas tendências. Em todas as áreas, os profissionais precisarão flexibilizar ideias e se preparar para o impacto da tecnologia”, diz.</p>
<p>Sofia Esteves, fundadora da Companhia de Talentos, diz que os perfis criativos farão muita diferença. “É preciso pensar em inovar, mas mais do que isso, é preciso criar porque problemas novos surgirão. O termo inovação estava em alta, mas requer investimento e tempo, recursos que agora as empresas não têm. Por isso, profissionais criativos, resilientes e que se adaptam rápido ganharão espaço antes do que se era imaginado”, explica.</p>
<p>Confira a seguir a lista das dez profissões que devem ficar em alta pós-pandemia, segundo os especialistas consultados pelo <strong>InfoMoney</strong>:</p>
<div class="container-article-table">
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Profissão </strong></td>
<td><strong>Área </strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Profissional de cibersegurança</td>
<td>Tecnologia</td>
</tr>
<tr>
<td>Profissional customer experience</td>
<td>Tecnologia</td>
</tr>
<tr>
<td>Especialista em nuvem (ou <em>cloud</em>)</td>
<td>Tecnologia</td>
</tr>
<tr>
<td>CFO (ou diretor financeiro)</td>
<td>Finanças</td>
</tr>
<tr>
<td>Diretor Comercial</td>
<td>Finanças</td>
</tr>
<tr>
<td>Gerente de tesouraria</td>
<td>Finanças</td>
</tr>
<tr>
<td>Planejador financeiro</td>
<td>Finanças</td>
</tr>
<tr>
<td>Assessor de investimentos</td>
<td>Finanças</td>
</tr>
<tr>
<td>Profissional de Recursos Humanos</td>
<td>RH</td>
</tr>
<tr>
<td>Enfermeiros e técnicos de enfermagem</td>
<td>Saúde</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Tendências</h2>
<p>Papa diz que três áreas vão se destacar ainda mais daqui para frente: tecnologia, finanças e saúde. “A primeira já vinha em alta, praticamente todas as profissões serão requeridas em diversas etapas da cadeia de produção das empresas – como cibersegurança, <em>customer experience </em>(especialistas em experiência do usuário) e especialista em nuvem, responsável pelos aspectos como conectividade e fluxo de dados, por exemplo”, diz.</p>
<p>Segundo ele, a migração para o online é inevitável e toda empresa terá um volume enorme de dados para processar. Assim, cibersegurança passará a ser um pilar e um serviço primordial para todas as empresas. Os usuários também estão usando mais plataformas online para consumir, por isso proporcionar uma boa jornada de compra é o que vai definir quem vai vender mais.</p>
<p>Além disso, hospitais devem buscar mais enfermeiros e técnicos em enfermagem para compor seus times dado que os efeitos da pandemia ainda devem perdurar. Na área de finanças, que também é abrangente, os diretores financeiros (CFO) são o grande destaque, segundo Papa.</p>
<h2>Mais experiência</h2>
<p>O gerente de recrutamento da Michael Page também acredita que outra tendência será a busca por profissionais mais seniores. “Nesse momento, quem está sofrendo mais é a base da pirâmide, a parte operacional. Vimos muitas vagas de analistas sendo suspensas na pandemia porque a empresa queria focar em contratações estratégicas. Agora e na retomada é preciso combater os problemas com muita ênfase e profissionais mais experientes tendem a ser observados mais de perto por, geralmente, terem uma capacidade de análise mais acurada, por terem passado por outras crises e pela visão de longo prazo”, diz.</p>
<p>Nesse sentido, um diretor financeiro (CFO), que é a cadeira número um da área, é uma peça fundamental. “Toda empresa quer ter um CFO preparado e sênior, que consiga entender o momento, administrar expectativas e com experiência para incluir olhar técnico”.</p>
<p>Sofia concorda. “O papel do CFO em um momento de alta é investir e rentabilizar. Mas agora é necessário um profissional que saiba controlar o caixa, administrar a redução de custos, e que consiga equilibrar mais pratos na mão – e isso exige experiência”, afirma.</p>
<p>O gerente de tesouraria também está entre os destaques de Papa. “É essa pessoa que vai capitanear o contato com o banco, olhar para estrutura da dívida, renegociar crédito, é esse profissional que dá vazão para as pendências financeiras. Em um momento de retomada pós-crise é um papel crucial”, explica.</p>
<p>As posições de desenvolvimento de novos negócios voltados para o cliente também serão importantes, como diretor comercial, segundo Sofia. “O formato tradicional de venda está sofrendo uma forte transformação e posicionar o produto de maneira correta e oferecê-lo da forma adequada faz toda a diferença”, diz. Afinal, passada a fase de sobrevivência é preciso retomar o volume de receita.</p>
<h2>Dinheiro na mira</h2>
<p>Nesse cenário tão incerto, Rebeca Toyama, especialista em desenvolvimento humano e liderança, ressalta que as carreiras relacionadas à gestão de dinheiro também ganharão espaço.</p>
<p>“A pandemia evidenciou que uma reserva de emergência  é necessária caso um imprevisto aconteça. E esse período está mudando os padrões de consumo. Por isso, planejadores financeiros e assessores de investimentos serão muito importantes nessa nova fase. Em um momento em que os recursos estão escassos, saber administrar e ganhar dinheiro é o que grande parte das pessoas almeja”, explica.</p>
<p>No setor de saúde, ela afirma que as áreas de biotecnologia, biomedicina e biogenética também vão ganhar espaço. “Depois da pandemia, os profissionais de saúde, que não estão na linha de frente também vão ganhar espaço, com pesquisa e desenvolvimento de projetos, vacinas, entre outros”, explica Rebeca.</p>
<h2>Futuro antecipado</h2>
<p>Para Cynara Bastos, supervisora de carreiras do Ibmec, a pandemia antecipou a importância de algumas profissões, como as de tecnologia. “Se o profissional achava que tinha tempo, não tem e precisa se adaptar. A revolução tecnológica provoca uma revolução das competências e a principal delas é a alfabetização digital. O profissional precisa virar um caçador de novas habilidades para não perder espaço no mercado”, afirma.</p>
<p>Segundo ela, mesmo os profissionais de áreas como administração, direito e saúde precisam entender como a linguagem digital vai impactar as suas funções. “Não importa se eu sou psicóloga, advogada ou engenheira, preciso entender quais programas, plataformas e conceitos estão em alta para eu desempenhar melhor a minha função. É o desenvolvimento das <em>tech skills</em> – do pacote office ao programa de software – e será útil em todas as áreas de acordo com as respectivas especificidades”, explica.</p>
<p>Rebeca Toyama diz que algumas habilidades que seriam prioridade só daqui a dez anos passaram a ser cruciais desde março deste ano: <strong>“</strong>Inteligência emocional, que é a capacidade de se relacionar consigo mesmo e com o outro; pensamento crítico, não basta absorver informação, é preciso analisá-la e filtrá-la; e a criatividade, já que o mundo mudou abruptamente e precisamos ter capacidade de criar novas soluções. Além disso, as pessoas precisam entender que a crise é uma constante, e que precisam desenvolver novas habilidades para o próximo cenário desafiador”, afirma.</p>
<p>Cynara acrescenta que parte desse processo de assimilação das mudanças é entender quais são as competências que o profissional já tem e como e onde elas podem ser úteis. “É entender como a disrupção tecnológica pode impactar a própria carreira.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: https://bit.ly/2XVDpK5</em></p>
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