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	<title>Instagram Archives &#8226; DSTEC</title>
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	<title>Instagram Archives &#8226; DSTEC</title>
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		<title>Aplicações do Visual Recognition</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se você costuma usar redes sociais, como o Facebook e o Instagram, já deve ter percebido que, ao postar uma foto na plataforma, muitos rostos acabam sendo reconhecidos automaticamente. Muito embora isso pareça algo surpreendente (e, em certo sentido, é), estamos simplesmente falando de uma forma de aplicação da tecnologia de&#160;Visual Recognition. Visual Recognition&#160;(reconhecimento visual, &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/11/aplicacoes-do-visual-recognition/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Aplicações do Visual Recognition</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Aplicações do Visual Recognition</span></a></p>
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<p>Se você costuma usar redes sociais, como o Facebook e o Instagram, já deve ter percebido que, ao postar uma foto na plataforma, muitos rostos acabam sendo reconhecidos automaticamente. Muito embora isso pareça algo surpreendente (e, em certo sentido, é), estamos simplesmente falando de uma forma de aplicação da tecnologia de&nbsp;Visual Recognition.</p>



<p>Visual Recognition&nbsp;(reconhecimento visual, em tradução livre) é uma técnica por meio da qual sistemas são capazes de identificar padrões com base em regras preestabelecidas e fazer certos tipos de julgamento. O nome também faz referência a uma tecnologia da IBM, o&nbsp;<a href="https://www.ibm.com/br-pt/cloud/watson-visual-recognition" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Watson Visual Recognition</a>, que trabalha com o reconhecimento visual em vários aspectos.</p>



<p>E como essa tecnologia funciona?</p>



<p>Para entendê-la bem, nada melhor do que conhecer algumas aplicações do&nbsp;Visual Recognition&nbsp;e aprender na prática como essa tecnologia funciona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Organização automática de fotos</h2>



<p>Uma das maiores dificuldades das pessoas que gostam de registrar tudo por meio de fotos é organizá-las posteriormente. Com a chegada de smartphones, a facilidade de capturar qualquer momento é ainda maior. Isso ganhou proporções ainda maiores, porém a dificuldade de organização praticamente deixou de existir graças aos sistemas de&nbsp;Visual Recognition.</p>



<p>Por meio de um sistema de reconhecimento inteligente, os serviços de armazenamento de fotografia, como o Google Fotos, conseguem agrupar imagens tiradas em um mesmo lugar, e1m um mesmo período e até de pessoas específicas. Dessa forma, é muito mais fácil montar um álbum com as fotos pré-selecionadas e organizadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Carros autônomos</h2>



<p>A ideia de um carro autônomo é muito boa, mas ela esbarra na questão de segurança. Afinal, ainda não estamos no nível de deixar um carro controlado automaticamente por inteligência artificial andar sozinho pelas cidades – mas estamos quase lá! Para alcançarmos esse objetivo, é preciso investir ainda mais nos sistemas de&nbsp;Visual&nbsp;Recognition&nbsp;para permitir aos carros que sejam cada vez mais inteligentes e capazes de trafegar com segurança em ruas movimentadas e cheias (com pedestres, ciclistas e muitos outros fatores relacionados ao trânsito).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa de produtos</h2>



<p>Hoje, para fazer uma busca na internet, é preciso inserir um texto que descreva aquilo que você está procurando. E se fosse possível enviar uma imagem como parâmetro para a pesquisa? Hoje já é possível fazer isso, mas o sistema ainda precisa evoluir muito. Gostou de um modelo específico de tênis, bolsa ou qualquer outro tipo de produto? Tire uma foto e faça uma pesquisa por meio da imagem obtida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança residencial</h2>



<p>A segurança sempre é um assunto sério e não dá para brincar quando esse é o tema. É por isso que os sistemas de reconhecimento visual também trabalham para ajudar nessa área. Em se tratando de segurança residencial, há sistemas de câmeras que são capazes de identificar rostos desconhecidos dentro de casa, começar a gravar e até avisar os donos da residência – e, em alguns casos, chamar a polícia. Tudo isso graças a um sistema de Visual Recognition.</p>



<p>Fonte: https://bit.ly/2Ibam0j</p>
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		<title>Ensino pode se beneficiar da tecnologia e da criatividade</title>
		<link>https://dstec.com.br/2020/05/ensino-pode-se-beneficiar-da-tecnologia-e-da-criatividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dstec]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a suspensão das aulas em razão da Covid-19, professores de uma escola de Taguatinga fazem da internet uma ferramenta de ajuda à aprendizagem. O ensino mediado por tecnologia é o maior aliado da escola durante a pandemia da Covid-19, que levou à necessidade de suspensão das aulas. O Centro Educacional (CED) 5, de Taguatinga, &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/05/ensino-pode-se-beneficiar-da-tecnologia-e-da-criatividade/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ensino pode se beneficiar da tecnologia e da criatividade</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ensino pode se beneficiar da tecnologia e da criatividade</span></a></p>
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<div class="single__topo--titulo--sutia">
<h3>Durante a suspensão das aulas em razão da Covid-19, professores de uma escola de Taguatinga fazem da internet uma ferramenta de ajuda à aprendizagem.</h3>
<p>O ensino mediado por tecnologia é o maior aliado da escola durante a pandemia da Covid-19, que levou à necessidade de suspensão das aulas. O Centro Educacional (CED) 5, de Taguatinga, é uma das unidades que já incorporaram a metodologia ao cotidiano.  Mais de 100 professores da escola e 70% dos alunos já utilizam a plataforma Google Sala de Aula, adotado ela escola há dois anos. Para aqueles que não têm acesso, a direção estuda a oferta de materiais impressos com base no que já oferece on-line.</p>
<p>José Alderi Magalhães, avô de Júlia Rodrigues Magalhães, do terceiro ano do ensino médio do CED 5, avalia que o ensino a distância não substitui o método presencial, mas entende que, nesse momento, a tecnologia é uma boa iniciativa. “Espero que tudo volte ao normal logo e que a minha neta, assim como seus colegas, não seja prejudicada”, diz. “Mas, enquanto isso, o melhor é continuar estudando em casa. E, é preciso dizer, o apoio dos professores tem feito a diferença”.</p>
<h2><strong>Aulas virtuais</strong></h2>
<p>O professor de física Marco Aurélio Silva abriu vários canais para que ninguém fique sem estudar. Com humor e criatividade, o docente mantém atualizadas suas páginas no Instagram, Facebook e YouTube. Ele posta fotos e pequenos vídeos de experimentos, com duração de até um minuto, com demonstrações sobre termômetros, circuitos elétricos, trabalhos de alunos e resumos de quadro e cadernos. Enquetes também fazem parte da rotina, como forma de engajar os estudantes.</p>
<p>“No Instagram, criei quatro grupos, dois para professores e responsáveis e dois para estudantes, onde encaminho materiais e peço para divulgarem com os amigos”, conta o professor. Segundo ele, depois da pandemia, a adesão aos seus perfis tem sido muito boa, o que demonstra o interesse dos estudantes, professores e familiares que desejam acompanhar os acontecimentos.</p>
<p>Marcos planeja ofertar material para aqueles que não têm acesso à internet. “Já temos aulas que estão sendo postadas e acessadas por todas as turmas”, informa o diretor da escola, Elcilênio Alves de Freitas. “Com certeza, [isso terá] um resultado excelente”. Até a pandemia, estes estudantes eram atendidos por um sistema off-line, com o empréstimo de um HD a partir do qual podiam copiar e compartilhar arquivos em PDF, slides e músicas.</p>
<p>“Desejo que todos os estudantes um dia possam ter esse acesso à internet, porque a educação evoluiu”, reforça a professora de História do CED 5, Leidiane Braga, que tem utilizado vídeos dinâmicos de docentes familiarizados com a rotina virtual. O trabalho, depois, fica por conta dos resumos, PowerPoint e questionários que a professora cria com base nesses materiais.</p>
<blockquote class="olho centro"><p><span class="olho__texto h2 clearfix">“Desejo que todos os estudantes um dia possam ter esse acesso à internet, porque a educação evoluiu”</span><span class="olho__assinatura block">Leidiane Braga, professora de História do CED 5</span></p></blockquote>
<p>Leidiane criou um <a href="https://www.youtube.com/channel/UCB95koFA3_FJ-RjM8RGZnrA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal no YouTube</a> no qual disponibiliza vídeos completos e editados com as dúvidas enviadas pelos stories do Instagram. O próximo passo, conta, é fazer uma pesquisa entre os alunos para saber qual rede é mais utilizada, para, então, criar uma página no <a href="https://www.instagram.com/profleidiane/?igshid=1ofkrgw2v8nd" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a>. Todo o conteúdo está sendo transferido, para que os estudantes que dispõem de internet acessem suas turmas e participem das atividades com seus grupos.</p>
<h2><strong>Todos conectados</strong></h2>
<p>O esforço dos professores conta ainda com a ajuda dos estudantes. Para facilitar o contato e o compartilhamento de informações, lembretes e atividades, dois representantes de cada turma foram inseridos em um grupo no WhatsApp com os docentes, a supervisora pedagógica e os coordenadores pedagógicos.</p>
<p>A ideia, que partiu da estudante Maria Eduarda Siqueira, do terceiro ano, era manter os professores por perto em caso de dúvidas ou problemas no aprendizado. “No início disso tudo, ficamos um pouco perdidos”, conta a aluna. “Estávamos acostumados com a presença deles [professores], o que nos deixou muito dependentes. O grupo facilitou nossos estudos. Os professores mandam as atividades e conteúdos e a gente compartilha com os outros grupos das nossas turmas”.</p>
<p>Também aluna do terceiro ano, Júlia Magalhães reconhece que a iniciativa dos professores não substitui a sala de aula, mas é importante para manter o foco nos estudos. “É muito melhor do que ficar em casa sem direcionamento e acompanhamento”, aponta. “As aulas virtuais ajudam a atravessar essa quarentena e a insegurança desse momento”.</p>
<p>* <em>Com informações da Secretaria de Educação (SEE)</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: https://bit.ly/2SWIEGG</p>
</div>
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		<title>18 “super fintechs” brasileiras, de unicórnios a promessas</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 15:38:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="article-subtitle">Distrito, empresa que promove a inovação aberta, mapeou as fintechs brasileiras de maior destaque entre as 553 que existem hoje no país</h3>
<p>O Brasil tem 553 <strong>fintechs</strong>, ou <strong>startups</strong> que oferecem serviços financeiros. Algumas delas, porém, são especiais. Elas alcançaram um valor de mercado de um bilhão de dólares ou mais, ganhando o apelido de <strong>unicórnios</strong>, ou estão próximas do marco.</p>
<p>Essas são as “super fintechs”, de acordo com um novo estudo da empresa que promove a inovação aberta Distrito. O estudo é um desdobramento do Fintech Mining Report, estudo anterior do Distrito que já havia mapeado algumas das super fintechs que aparecem neste estudo mais recente.</p>
<p>Um algoritmo levou em conta investimentos captado, presença e engajamento na mídia (Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter), porte do negócio (número de funcionários), acessos ao site (SimilarWeb), valor do mercado mirado, faturamento presumido e avaliação de funcionários (Glassdoor) para chegar às 18 fintechs de maior destaque entre as centenas existentes hoje no país.</p>
<h3><b>Unicórnios e promessas</b></h3>
<p>Na lista há startups conhecidas dos consumidores finais e que recentemente captaram aportes polpudos. Exemplos são os unicórnios do mercado financeiro Stone, que realizou sua oferta pública inicial de ações no mercado americano e hoje é avaliada em 10,3 bilhões de dólares, e Nubank, que foi avaliado em 10,4 bilhões de dólares após um aporte de 400 milhões de dólares do fundo americano TCV, que já investiu nas gigantes de streaming Netflix e Spotify.</p>
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<p>Outras atuam ainda não se tornaram unicórnios, mas estão próximas da avaliação de mercado de um bilhão de dólares. Um exemplo é a Creditas, fintech de empréstimos com garantia que está avaliada em 700 milhões de dólares após um investimento do então maior fundo de startups do mundo, o Vision Fund do SoftBank Group.</p>
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<p>Ainda que boa parte das super fintechs tenha surgido a partir de 2010, acompanhando o aumento no número geral de startups no país, algumas nasceram bem antes da data. A Certisign e a Conductor surgiram no final dos anos 90. A mais nova das super fintechs é a Neon, que completou três anos de operação no mês anterior.</p>
<p>A maioria das superfintechs, 14 das 18 elencadas, está no estado de São Paulo. Completam a lista Paraná (2), Rio de Janeiro (1) e Santa Catarina (1).</p>
<p>Em número de funcionários, a Stone é um ponto fora da curva por conta de seu modelo de capilaridade para venda das maquininhas de crédito e débito. São 3.000 funcionários. Em segundo lugar está o PagSeguro, com 1.331 membros. O Nubank ficou na terceira posição, com 1.313 funcionários.</p>
<p><b><i>Veja, abaixo, a lista completa das 18 super fintechs brasileiras:</i></b></p>
<table class="exameTable">
<tbody>
<tr>
<th>Fintech</th>
<th>Área de atuação</th>
</tr>
<tr>
<td>Certisign</td>
<td>Risco e compliance</td>
</tr>
<tr>
<td>Clearsale</td>
<td>Risco e compliance</td>
</tr>
<tr>
<td>Conductor</td>
<td>Meios de pagamento</td>
</tr>
<tr>
<td>ContaAzul</td>
<td>Backoffice</td>
</tr>
<tr>
<td>Contabilizei</td>
<td>Backoffice</td>
</tr>
<tr>
<td>Creditas</td>
<td>Crédito</td>
</tr>
<tr>
<td>Ebanx</td>
<td>Meios de pagamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Geru</td>
<td>Crédito</td>
</tr>
<tr>
<td>Guiabolso</td>
<td>Finanças pessoais</td>
</tr>
<tr>
<td>Neon</td>
<td>Serviços digitais</td>
</tr>
<tr>
<td>Nubank</td>
<td>Serviços digitais</td>
</tr>
<tr>
<td>PagSeguro</td>
<td>Meios de pagamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Pravaler</td>
<td>Crédito</td>
</tr>
<tr>
<td>RecargaPay</td>
<td>Serviços digitais</td>
</tr>
<tr>
<td>Stone</td>
<td>Meios de pagamento</td>
</tr>
<tr>
<td>Trigg</td>
<td>Cartões</td>
</tr>
<tr>
<td>Weel</td>
<td>Crédito</td>
</tr>
<tr>
<td>Zoop</td>
<td>Meios de pagamento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://bit.ly/2ZpvtSV</em></p>
</div>
</div>
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