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	<title>pandemia Archives &#8226; DSTEC</title>
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	<title>pandemia Archives &#8226; DSTEC</title>
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		<title>Programa ‘ITBI Ágil’ facilita a vida do cidadão iguaçuano</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Nova Iguaçu lançou no último dia 7 de maio, o programa ITBI Ágil, que tem facilitado a vida do cidadão, agilizando o processo para geração do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis – ITBI. O ITBI é um tributo municipal que deve ser pago quando há uma transferência imobiliária, e a oficialização &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2021/05/programa-itbi-agil-facilita-a-vida-do-cidadao-iguacuano/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Programa ‘ITBI Ágil’ facilita a vida do cidadão iguaçuano</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Programa ‘ITBI Ágil’ facilita a vida do cidadão iguaçuano</span></a></p>
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<p>A <a href="http://www.novaiguacu.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prefeitura de Nova Iguaçu</a> lançou no último dia 7 de maio, o programa ITBI Ágil, que tem facilitado a vida do cidadão, agilizando o processo para geração do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis – ITBI.</p>



<p><em>O ITBI é um tributo municipal que deve ser pago quando há uma transferência imobiliária, e a oficialização da transação de compra e venda só é concluída após a confirmação do seu pagamento.</em></p>



<p>Antes do lançamento do programa, o contribuinte precisava comparecer à prefeitura e abrir um processo administrativo, seguido por uma avaliação realizada pelo setor de fiscalização, com prazo médio de 5 semanas para conclusão.</p>



<p>O novo sistema realiza o mesmo processo em tempo real, utilizando tecnologia multiplataforma e a poderosa infraestrutura Amazon AWS.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>&#8220;Temos uma parceira de soluções com a Prefeitura de Nova Iguaçu há anos, e mesmo em um momento de crise global, conseguimos otimizar processos que trazem benefícios diretos e indiretos para o contribuinte, considerando que os tributos podem ser aplicados de diversas formas para melhorar a vida do cidadão iguaçuano.&#8221; afirmou Ricardo Sousa, COO Dstec.</p></blockquote>



<p>Além de permitir que o contribuinte resolva de forma ágil e segura o que antes demandava seu deslocamento, o programa traz benefícios econômicos para a prefeitura, que mesmo diante do momento crítico de pandemia, viu sua arrecadação aumentar em 633,60% em relação ao mesmo período do ano anterior a implementação.</p>



<p>O contribuinte pode acessar este e outros serviços através do site <a href="http://novaiguacu.rj.gov.br/contribuinte/">http://novaiguacu.rj.gov.br/contribuinte/</a>.</p>
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		<title>O home-office veio para ficar</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2020 16:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia de Covid-19 (coronavírus) levou especialistas de várias áreas a pensarem sobre o futuro de diversos aspectos da sociedade. Uma das questões levantadas é sobre as formas de trabalho, ponto que já verifica mudanças importantes desde o início do isolamento social. De acordo com um relatório produzido pelo software Capterra e pelo Instituto de &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/05/o-home-office-veio-para-ficar/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">O home-office veio para ficar</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">O home-office veio para ficar</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia de Covid-19 (coronavírus) levou especialistas de várias áreas a pensarem sobre o futuro de diversos aspectos da sociedade. Uma das questões levantadas é sobre as formas de trabalho, ponto que já verifica mudanças importantes desde o início do isolamento social.</p>
<p>De acordo com um relatório produzido pelo software Capterra e pelo Instituto de estudos Gartner, 77% das pequenas e médias empresas brasileiras adotaram o home-office após a quarentena.</p>
<p>Nesse cenário, uma das dúvidas que fica na cabeça de empresários, diretores e funcionários é se esses empreendimentos voltarão para o ambiente corporativo ou manterão parte de seus colaboradores trabalhando de casa.</p>
<h2>Tecnologia: a mola propulsora</h2>
<p>O trabalho remoto só é possível porque atualmente existem diversas ferramentas tecnológicas que permitem que o funcionário e a empresa se conectem para manter as atividades mesmo à distância.</p>
<p>Sylvia Bellio, especialista em infraestrutura de TI e CEO da it.line, empresa eleita por quatro vezes consecutivas a maior revendedora da Dell Technologies no Brasil, comenta sobre a recente aceitação do home-office.<br />
&#8220;Algumas empresas perceberam com a prática que poderia ser mais econômico e assertivo investir em tecnologia para trabalhar remotamente do que reter os funcionários dentro das companhias&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo Sylvia, existem inúmeras ferramentas que viabilizam que a experiência do trabalho remoto se torne bem semelhante ao do ambiente corporativo tradicional. Ela elenca as principais ferramentas para realizar um bom trabalho remoto:</p>
<p><strong>&#8211; Segurança digital:</strong> o uso de equipamentos pessoais ou da empresa exige que haja um alerta específico em relação à segurança digital. O aparelho precisa possuir softwares como antivírus, firewall, antispyware e outras ferramentas de controle. Além disso, gestores e colaboradores precisam passar por treinamentos específicos para não passarem dados e senhas para pessoas estranhas por telefone, por exemplo.</p>
<p><strong>&#8211; Conexão de internet:</strong> é preciso que os colaboradores fiquem atento se a conexão de Wi-Fi de casa é segura e possui protocolos de segurança como WPA ou WPA2, que possuem boas encriptações e podem proteger a internet caseira. Além disso, o pacote de provedor tem que ser compatível com a demanda que o profissional irá desempenhar.</p>
<p><strong>&#8211; Softwares:</strong> um dos principais pontos nesse quesito é que as aplicações devem ser sempre originais e com licença de uso. Além disso, é importante alertar aos funcionários sobre o quão é desaconselhável fazer downloads de arquivos como filmes, músicas e jogos no computador da empresa. O ideal é ter uma máquina para cada uso.</p>
<p><strong>&#8211; Comunicação</strong>: atualmente são vários os programas que permitem uma comunicação entre colaboradores, diretores e gestores, seja por vídeo, texto ou áudio. Além dos já popular WhatsApp, programas de videoconferência como Hangouts e Microsoft Teams são essenciais para manter o diálogo entre as pessoas da empresa.</p>
<h2>Impactos no mercado imobiliário</h2>
<p>Claudio Fauza, arquiteto e diretor da Alphaz Incorporadora, uma empresa que desenvolve projetos imobiliários sustentáveis de ponta a ponta e promove um estilo de vida saudável, explica que a Covid-19 está fazendo com que as empresas reavaliem seus espaços e considerem readaptações definitivas das operações de trabalho. Ele defende que essa mudança de pensamento trará um grande impacto para o mercado imobiliário.</p>
<p>&#8220;A necessidade de grandes espaços para locais corporativos pode mudar drasticamente em alguns setores. Isso vai impactar as ofertas desses espaços, já que existirá uma tendência de que eles comecem a ficar ociosos. Como consequência desse movimento, o valor desses imóveis será impactado também&#8221;, argumenta.</p>
<p>Claudio afirma que muitos negócios estão começando a perceber que o custo operacional fixo com o aluguel de imóveis e energia elétrica, por exemplo, podem ser impactantes em seus faturamentos. Por isso, nesse momento de alta no trabalho remoto a percepção é que grandes escritórios comerciais podem representar perdas e não ganhos.</p>
<p>Ele comenta, ainda, que nesse contexto, os trabalhadores terão farão mudanças nos cômodos de suas casas, para transformá-los em verdadeiros escritórios corporativos.</p>
<h2>Dicas de produtividade</h2>
<p>Outro aspecto que pode surgir como um desafio para pessoas que estão trabalhando de maneira remota pela primeira vez é: como manter a produtividade? A novidade da mudança do trabalho do escritório para o &#8220;quarto&#8221; de casa pode acabar trazendo dificuldades para muitos trabalhadores.</p>
<p>&#8220;Muitos profissionais acabam se queixando de ter a sensação de correr o dia todo para realizar suas tarefas e, ao chegar no final, sentir frustração por não ter conseguido cumprir todas elas. Por isso, nesse cenário a gestão do tempo é fundamental&#8221;, explica Gaya Machado, que é especialista em desenvolvimento do potencial humano. A especialista enumera quatro dicas para que o home office seja mais efetivo:</p>
<p><strong>&#8211; Organizar:</strong> o maior vilão da produtividade é um cérebro abarrotado de informações. Lembrar e organizar mentalmente projetos, tarefas e ideias demanda muito tempo e energia. Portanto, é preciso escolher um lugar para gerenciar as tarefas. Pode ser um aplicativo, agenda, quadro ou bloco de notas.</p>
<p><strong>&#8211; Eliminar desperdiçadores de tempo:</strong> identificar quais são os desperdiçadores e tomar providências para evitá-los. Uma dica é tirar uma hora específica do dia para atualizar-se brevemente sobre temas que não precisem de um acompanhamento em tempo real. Assim, é possível se informar e não gastar tempo desnecessário com interrupções constantes.</p>
<p><strong>&#8211; Programar pausas:</strong> intervalos não devem ser negligenciados, pois as pausas são fundamentais para que o cérebro se recupere e produza com qualidade. Quem não respeita o timing do organismo para se alimentar e ter momentos de descanso corre o risco de ter um esgotamento chamado &#8220;fadiga de decisão&#8221;, quando o profissional não consegue mais tomar decisões de qualidade, pois sua energia mental se esgotou.</p>
<p><strong>&#8211; Não ser multitarefa:</strong> para ser mais produtivo, primeiro devem ser feitas as tarefas mais importantes. Além de não sentir a pressão do tempo passando, a capacidade mental é melhor utilizada. Deixar o que realmente importa para o final do expediente é um risco, já que a entrega pode ser ruim e causar frustração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: https://bit.ly/2TVBZNg</em></p>
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		<title>Ensino pode se beneficiar da tecnologia e da criatividade</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2020 13:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a suspensão das aulas em razão da Covid-19, professores de uma escola de Taguatinga fazem da internet uma ferramenta de ajuda à aprendizagem. O ensino mediado por tecnologia é o maior aliado da escola durante a pandemia da Covid-19, que levou à necessidade de suspensão das aulas. O Centro Educacional (CED) 5, de Taguatinga, &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/05/ensino-pode-se-beneficiar-da-tecnologia-e-da-criatividade/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ensino pode se beneficiar da tecnologia e da criatividade</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ensino pode se beneficiar da tecnologia e da criatividade</span></a></p>
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<div class="single__topo--titulo--sutia">
<h3>Durante a suspensão das aulas em razão da Covid-19, professores de uma escola de Taguatinga fazem da internet uma ferramenta de ajuda à aprendizagem.</h3>
<p>O ensino mediado por tecnologia é o maior aliado da escola durante a pandemia da Covid-19, que levou à necessidade de suspensão das aulas. O Centro Educacional (CED) 5, de Taguatinga, é uma das unidades que já incorporaram a metodologia ao cotidiano.  Mais de 100 professores da escola e 70% dos alunos já utilizam a plataforma Google Sala de Aula, adotado ela escola há dois anos. Para aqueles que não têm acesso, a direção estuda a oferta de materiais impressos com base no que já oferece on-line.</p>
<p>José Alderi Magalhães, avô de Júlia Rodrigues Magalhães, do terceiro ano do ensino médio do CED 5, avalia que o ensino a distância não substitui o método presencial, mas entende que, nesse momento, a tecnologia é uma boa iniciativa. “Espero que tudo volte ao normal logo e que a minha neta, assim como seus colegas, não seja prejudicada”, diz. “Mas, enquanto isso, o melhor é continuar estudando em casa. E, é preciso dizer, o apoio dos professores tem feito a diferença”.</p>
<h2><strong>Aulas virtuais</strong></h2>
<p>O professor de física Marco Aurélio Silva abriu vários canais para que ninguém fique sem estudar. Com humor e criatividade, o docente mantém atualizadas suas páginas no Instagram, Facebook e YouTube. Ele posta fotos e pequenos vídeos de experimentos, com duração de até um minuto, com demonstrações sobre termômetros, circuitos elétricos, trabalhos de alunos e resumos de quadro e cadernos. Enquetes também fazem parte da rotina, como forma de engajar os estudantes.</p>
<p>“No Instagram, criei quatro grupos, dois para professores e responsáveis e dois para estudantes, onde encaminho materiais e peço para divulgarem com os amigos”, conta o professor. Segundo ele, depois da pandemia, a adesão aos seus perfis tem sido muito boa, o que demonstra o interesse dos estudantes, professores e familiares que desejam acompanhar os acontecimentos.</p>
<p>Marcos planeja ofertar material para aqueles que não têm acesso à internet. “Já temos aulas que estão sendo postadas e acessadas por todas as turmas”, informa o diretor da escola, Elcilênio Alves de Freitas. “Com certeza, [isso terá] um resultado excelente”. Até a pandemia, estes estudantes eram atendidos por um sistema off-line, com o empréstimo de um HD a partir do qual podiam copiar e compartilhar arquivos em PDF, slides e músicas.</p>
<p>“Desejo que todos os estudantes um dia possam ter esse acesso à internet, porque a educação evoluiu”, reforça a professora de História do CED 5, Leidiane Braga, que tem utilizado vídeos dinâmicos de docentes familiarizados com a rotina virtual. O trabalho, depois, fica por conta dos resumos, PowerPoint e questionários que a professora cria com base nesses materiais.</p>
<blockquote class="olho centro"><p><span class="olho__texto h2 clearfix">“Desejo que todos os estudantes um dia possam ter esse acesso à internet, porque a educação evoluiu”</span><span class="olho__assinatura block">Leidiane Braga, professora de História do CED 5</span></p></blockquote>
<p>Leidiane criou um <a href="https://www.youtube.com/channel/UCB95koFA3_FJ-RjM8RGZnrA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canal no YouTube</a> no qual disponibiliza vídeos completos e editados com as dúvidas enviadas pelos stories do Instagram. O próximo passo, conta, é fazer uma pesquisa entre os alunos para saber qual rede é mais utilizada, para, então, criar uma página no <a href="https://www.instagram.com/profleidiane/?igshid=1ofkrgw2v8nd" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instagram</a>. Todo o conteúdo está sendo transferido, para que os estudantes que dispõem de internet acessem suas turmas e participem das atividades com seus grupos.</p>
<h2><strong>Todos conectados</strong></h2>
<p>O esforço dos professores conta ainda com a ajuda dos estudantes. Para facilitar o contato e o compartilhamento de informações, lembretes e atividades, dois representantes de cada turma foram inseridos em um grupo no WhatsApp com os docentes, a supervisora pedagógica e os coordenadores pedagógicos.</p>
<p>A ideia, que partiu da estudante Maria Eduarda Siqueira, do terceiro ano, era manter os professores por perto em caso de dúvidas ou problemas no aprendizado. “No início disso tudo, ficamos um pouco perdidos”, conta a aluna. “Estávamos acostumados com a presença deles [professores], o que nos deixou muito dependentes. O grupo facilitou nossos estudos. Os professores mandam as atividades e conteúdos e a gente compartilha com os outros grupos das nossas turmas”.</p>
<p>Também aluna do terceiro ano, Júlia Magalhães reconhece que a iniciativa dos professores não substitui a sala de aula, mas é importante para manter o foco nos estudos. “É muito melhor do que ficar em casa sem direcionamento e acompanhamento”, aponta. “As aulas virtuais ajudam a atravessar essa quarentena e a insegurança desse momento”.</p>
<p>* <em>Com informações da Secretaria de Educação (SEE)</em></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: https://bit.ly/2SWIEGG</p>
</div>
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			</item>
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		<title>Idosos se adaptam às novas tecnologias durante isolamento</title>
		<link>https://dstec.com.br/2020/04/idosos-se-adaptam-as-novas-tecnologias-durante-isolamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 22:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uso de aplicativos e redes sociais diminuem a distância entre os familiares e amigos e tornam a vida mais leve para idosos &#8220;Aprender a fazer vídeo chamada foi uma benção de Deus neste momento de pandemia, sabe como é o coração de mãe? Precisa ver os filhos e bem&#8221;, diz Maria Aparecida Dornelas Araújo, dona &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/04/idosos-se-adaptam-as-novas-tecnologias-durante-isolamento/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Idosos se adaptam às novas tecnologias durante isolamento</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Idosos se adaptam às novas tecnologias durante isolamento</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="heading-title">
<h2 class="subtitle">Uso de aplicativos e redes sociais diminuem a distância entre os familiares e amigos e tornam a vida mais leve para idosos</h2>
</div>
<p>&#8220;Aprender a fazer vídeo chamada foi uma benção de Deus neste momento de pandemia, sabe como é o coração de mãe? Precisa ver os filhos e bem&#8221;, diz Maria Aparecida Dornelas Araújo, dona de casa e moradora da pequena Aracitaba, interior de Minas Gerais.</p>
<p>Diante do isolamento por conta da <strong>pandemia do novo coronavírus</strong>, os idosos, principal grupo de risco da doença, tiveram de aprender a lidar com as novas tecnologias, pelo menos com os celulares e aplicativos.</p>
<p>&#8220;Tenho parentes em outras cidades e uma filha mora em Juiz de Fora, fico muito preocupada porque sei que esse vírus está matando muita gente&#8221;, conta dona Cida, que foi aprendeu a usar aplicativos de celular com uma das filhas.</p>
<p>Ela também ganhou um notebook e uma conta no Facebook. &#8220;Minha filha me ensinou o básico, mas consigo conversar com amigos de outros estados e manter contato com a família pelas redes sociais, o que é ótimo nessa fase.&#8221;</p>
<p>O instrutor de informática para idosos, Henrique Reimberg, destaca que a pandemia será um divisor de águas para a terceira idade. &#8220;As pessoas que vieram de uma cultura analógica têm mais dificuldade e até uma certa resistência ou mesmo um bloqueio para usar as novas tecnologias,&#8221; explica o instrutor.</p>
<p>As aulas para os idosos surgiram meio que ao acaso. &#8220;Comecei a dar aulas particulares para pessoas da terceira idade e um indicou o outro e assim tenho trabalhado&#8221;, conta. &#8220;A maior queixa é que nem sempre os filhos e netos estão por perto para ajudar e quando estão, eles fazem e não ensinam.&#8221;</p>
<p>Dessa forma, a rotina de trabalho de Henrique com os idosos é atender as necessidades de cada um. No geral, acessar a internet e usar aplicativos. Algumas coisas que são simples para quem está acostumado com a informática pode se transformar em um transtorno para os idosos como a atualização de programas.</p>
<p>&#8220;Eles estão acostumados a apertar um determinado botão para acessar uma função, mas a usabilidade dos programas não é pensada para este público, eles também preferem o que é tangível, o próximo&#8221;, explica o professor.</p>
<p>Sem contato próximo, as atividades estão suspensas porque a maioria não gosta de acompanhar as aulas ou ter um suporte online. &#8220;Eles têm preferência por estar ao lado e muitas vezes temos de convencer que é melhor usar o sistema bancário online a ficar em filas nos bancos.&#8221;</p>
<p>Mesmo diante da resistência, Henrique aposta que a pandemia ajudará os idosos a usar mais as ferramentas tecnológicas, principalmente para a comunicação.</p>
<p>O aposentado Domingos Carlos Garcia de Oliveira, 72 anos, está em casa com a esposa. Sem poder sair, elegeu o aplicativo WhatsApp como ferramenta para falar com os filhos e amigos. &#8220;Tenho um filho que mora há 16 anos na Argentina e sempre nos falamos por vídeo chamada para matar um pouco a saudade.&#8221;</p>
<p>Seu Domingos, como é conhecido, também conversa com os amigos também aposentados da Volkswagen, empresa onde trabalhou por quase toda a vida. Decidiu não criar contas em outras redes sociais para &#8220;não perder o dia em frente ao computador ou celular&#8221;, mas confessa que sente falta dos esportes. &#8220;Faço atividades físicas com frequência e agora no isolamento não posso jogar basquete com os meus amigos.&#8221;</p>
<p>Para o advogado e contador Irineu José Nogueira, de 81 anos, a pandemia não permite sair de casa, mas o trabalho continua. &#8220;Uso o computador e a internet para acessar os programas que preciso no dia a dia do meu trabalho, mas na prática, pouca coisa mudou.&#8221; Para falar com a família e com os seus clientes, Ireneu prefere usar o telefone celular e o e-mail.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: https://bit.ly/35cuMg9</p>
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