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	<title>RPA Archives &#8226; DSTEC</title>
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		<title>O que esperar da tecnologia em 2022?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia nos dá suporte para a evolução desde o início dos tempos e, agora, enquanto vivemos um processo de digitalização plena, não poderia ser diferente. O fim do ano, por coincidência ou não, representa também o fim de um ciclo e um momento oportuno para projeções sobre o que o futuro trará. Desde 2020 &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2021/12/o-que-esperar-da-tecnologia-em-2022/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">O que esperar da tecnologia em 2022?</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">O que esperar da tecnologia em 2022?</span></a></p>
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<p>A tecnologia nos dá suporte para a evolução desde o início dos tempos e, agora, enquanto vivemos um processo de digitalização plena, não poderia ser diferente. O fim do ano, por coincidência ou não, representa também o fim de um ciclo e um momento oportuno para projeções sobre o que o futuro trará.</p>



<p>Desde 2020 vivemos uma relação intensa com a tecnologia em praticamente tudo o que fazemos, seja para amenizar a falta do abraço de amigos e familiares, ou para trabalhar e fazer compras pela Internet. Um estudo da International Data Corporation indica que mais de 50% da economia global será baseada ou influenciada pelo digital no próximo ano, então, vamos conferir alguns possíveis destaques em tecnologia para 2022.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Mais Internet, menos exclusão digital</h1>



<p>Depois de muita expectativa sobre quando a implementação do 5G seria colocada em prática no Brasil, o ano de 2021 foi marcado pelo leilão das faixas de frequência, etapa fundamental para determinar pontos relevantes sobre a infraestrutura necessária.</p>



<p>O leilão permitiu a entrada de cinco novas operadoras de telefonia móvel no mercado brasileiro, o que pode tornar o serviço ainda mais barato que o 4G, na avaliação do ministro das Comunicações, que destaca que 1.174 municípios com mais de 30 mil habitantes contarão com pelo menos três prestadoras.</p>



<p>Entre os compromissos assumidos pelas empresas que compraram lotes no leilão de frequências, estão acordos úteis para a sociedade como o projeto de conectividade nas escolas que deve direcionar R$3,1 bilhões para levar internet ao ambiente escolar. O compromisso deve levar o 5G standalone<a href="#nota">¹</a> a 72 mil de 85 mil escolas urbanas, enquanto as não atendidas pelo padrão receberão o 4G ou o 5G não-standalone.</p>



<p>A Internet via satélite ajudará a ampliar a conectividade, atendendo áreas remotas como as comunidades rurais. Vale lembrar que a SpaceX adquiriu recentemente 1800 satélites, quantidade suficiente para que o serviço de internet via satélite Starlink alcance cobertura global.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Trabalho híbrido ou 100% remoto?</h1>



<p>Surgindo a princípio como uma resposta rápida para proteger a longevidade de negócios sustentados no modelo do trabalho presencial, pré-pandemia, o home-office ganhou destaque estimulando rapidamente a reflexão sobre qual seria o futuro do modelo centralizado nos escritórios.</p>



<p>Depois de quase dois anos, a discussão parece ter se estabilizado entre o retorno ao modelo híbrido ou 100% remoto, modelo estimulado pela adesão de grandes players como Ambev, Johnson &amp; Johnson, Petrobras e XP Inc. Basicamente as duas correntes que se destacam entre os profissionais que podem atuar fora dos escritórios são aqueles que defendem o trabalho 100% remoto, e os que preferem dividir o tempo entre o home-office e o trabalho presencial, contra poucos que defendem o retorno ao modelo tradicional.</p>



<p>As empresas que utilizam o trabalho remoto tendem a continuar organizando seus métodos e processos para melhorar a experiência de seus colaboradores, através de um suporte cada vez mais maduro e da compreensão profunda das peculiaridades de um sistema mais livre e focado nos resultados.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Consumidor no centro do processo para o comércio</h1>



<p>O comércio tem uma visão cada vez mais centrada no consumidor, o que já é apontado há algum tempo como um caminho para favorecer a fidelização e o aumento de vendas. A usabilidade e experiência do usuário em apps e lojas virtuais, assim como a experiência de consumo nas lojas físicas, são pontos nos quais as empresas vêm investindo mais tempo e recursos.</p>



<p>A atenção aos detalhes e a busca por novos meios de otimizar a experiência do consumidor através da tecnologia seguirão em alta, através do uso de softwares, dispositivos e pelo uso dos dados para aumentar a relevância das ofertas apresentadas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Segurança Digital</h1>



<p>Diante do aumento do consumo online, acelerado pelos efeitos da pandemia como o isolamento social e as restrições impostas nas políticas de lockdown, torna-se imprescindível promover ambientes seguros, de forma que o consumidor possa se sentir à vontade e confiar na sua migração das lojas físicas para o digital.</p>



<p>A LGPD é uma das aliadas na proteção da privacidade do usuário, como uma força orientadora das práticas que envolvem dados pessoais. Apesar da sua importância para políticas de segurança, a LGPD depende de outros meios e métodos para minimizar os riscos do consumidor e, diante da intensa digitalização que vivemos, estes esforços conjuntos em prol da segurança digital seguirão em alta em 2022 (e além!).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Inteligência Artificial</h1>



<p>Representando um assunto de grande destaque na mídia, sempre atraente para o mercado, a IA seguirá em destaque, e estará presente em pelo menos 25% das empresas nos próximos dois anos. Aplicável em campanhas de marketing mais eficientes, prevenção de fraudes, pesquisas científicas e apoio ao agronegócio, podemos dizer que um cenário em que a Inteligência Artificial perca sua relevância é, no mínimo, extremamente improvável (para não dizer impossível).</p>



<p>Em 2022 a utilização de aplicações em IA para automações, experiência do usuário e escalabilidade de negócios devem se consolidar ainda mais, sem ficar de fora do metaverso, é claro, onde a IA criativa poderia criar e apresentar músicas, poesias e arte de forma elaborada e aparentemente natural.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Hiperautomação</h1>



<p>Com a busca por escalabilidade e mais desempenho, que se traduz em resultados positivos para empresas públicas e privadas, além de um menor tempo de espera para o consumidor, a hiperautomação promoverá processos de tomada de decisão cada vez melhores. A combinação entre machine learning e Inteligência Artificial ampliarão o potencial de plataformas e tecnologias como o RPA, reduzindo a burocracia, gerando maior performance e menores custos.</p>



<p>A intensificação da robotização e da IA nos processos empresariais deve estar entre as prioridades das organizações no ano que vem, segundo a avaliação dos CEOs ouvidos pela consultoria Gartner no estudo <a href="https://www.gartner.com/en/information-technology/trends/2021-top-strategic-technology-trends-gb-pd?utm_source=google&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=RM_NA_2020_ITTRND_CPC_LG1_2021-TSTT-GB-PD&amp;utm_adgroup=115001691071&amp;utm_term=technology%20trends%202022%20gartner&amp;ad=555030798166&amp;matchtype=e&amp;gclid=Cj0KCQiA5aWOBhDMARIsAIXLlkd0hc4r7UKSuovY83sE2niaHx22Ks40u6KREbFucTB9_VLNlnb43FgaAmRmEALw_wcB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Principais Tendências Estratégias de Tecnologia para 2022”</a>. O estudo indica que, até 2024, os investimentos em hiperautomação atingirão 600 bilhões de Dólares.</p>



<p>Sejam quais forem as novas tendências, também é fundamental ter esperança sobre estarmos prestes a viver uma retomada econômica global, com avanços na saúde que nos ajudarão a lidar com a pandemia atual além de prevenir próximas crises similares. Que venha um excelente 2022!</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="http://nota">¹</a>&nbsp;5G Standalone ou “5G Puro” é a versão da rede que funciona de forma independente, sem o suporte da rede 4G.</p>



<p></p>
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		<title>15 cargos na área de tecnologia com salários de até R$ 45 mil</title>
		<link>https://dstec.com.br/2020/01/15-cargos-na-area-de-tecnologia-com-salarios-de-ate-45-mil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dstec]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 10:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento exclusivo para EXAME mostra as principais tendências de habilidades, linguagem de programação e carreira na área de tecnologia São Paulo – A área de tecnologia e os profissionais com habilidades digitais continuam sendo os mais requisitados no mercado de trabalho em 2020. Com cada vez mais empresas passando pela transformação digital, o vácuo de talentos com as habilidades &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/01/15-cargos-na-area-de-tecnologia-com-salarios-de-ate-45-mil/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">15 cargos na área de tecnologia com salários de até R$ 45 mil</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">15 cargos na área de tecnologia com salários de até R$ 45 mil</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="article-subtitle">Levantamento exclusivo para EXAME mostra as principais tendências de habilidades, linguagem de programação e carreira na área de tecnologia</h2>
<div class="article-author">
<p>São Paulo – A área de <strong>tecnologia</strong> e os profissionais com <strong>habilidades digitais</strong> continuam sendo os mais requisitados no mercado de trabalho em 2020.</p>
<p>Com cada vez mais empresas passando pela transformação digital, o vácuo de talentos com as habilidades técnicas para preencher a demanda do mercado está aumentando.</p>
<p>Até 2024, a busca por esses profissionais chegará a 70 mil por ano no Brasil, mas o número de formados na área será de 46 mil, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).</p>
<p>Segundo Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House, os recrutadores se tornaram mais ágeis para contratar na área, o que tem aumentado essa lacuna.</p>
<p>“Eles sabem de que empresas vão roubar os funcionários e o que vão oferecer para puxar esse talento imediatamente. Para quem está no mercado, não necessariamente um salário maior será o primeiro motivo para trocar de emprego, mas o desafio da vaga e o forte employer branding da empresa”, explica ele.</p>
<p>Durante o ano, áreas relacionadas a dados, computação em nuvem e cibersegurança devem ficar no radar no mercado. Especialmente com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor este ano e vai exigir que as companhias se adaptem às normas de segurança digital.</p>
<p>Ainda são poucos os especialistas nessa área e os recrutadores devem ter problemas para contratá-los. Quem já tem experiência na área não tem dificuldade para conseguir trabalhos e não costuma ter interesse em ter um emprego fixo, preferindo a autonomia e liberdade para escolher quando trabalha.</p>
<p>No quesito técnico, três linguagens de programação ainda terão maior relevância: Python, Node.js e Java.</p>
<p>“Java sempre foi muito utilizada e segue como destaque pela versatilidade. O Node.js é mais ágil e flexível, uma linguagem de desenvolvimento web e que tem bastante procura. A Python se assemelha com o Java pelo seu uso comum, também é positiva por ser simples para aprender o básico e tem bibliotecas próprias. Ela é usada tanto para fazer tratamento de dados, como para rodar algoritmos”, explica o diretor.</p>
<p>Além disso, outras habilidades também serão importantes para formar profissionais digitais, trabalhando diretamente com a área de TI ou não. São elas:</p>
<p>– Pensamento Crítico e Inovação<br />
– Flexibilidade Cognitiva<br />
– Data Driven Mindset<br />
– Storytelling<br />
– User Experience Mindset<br />
– Criatividade e Cultura Digital</p>
<p>Para entender melhor o cenário, <strong>EXAME</strong> fez um levantamento exclusivo com a Digital House e as consultorias Catho, Talenses, Hays, Revelo, Michael Page, Page Personnel e Stato. Confira os 15 cargos em alta para 2020:</p>
<h3>Programador Node.js</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: atua no desenvolvimento de aplicações e programas usando a linguagem Node.js, aplicando boas práticas de engenharia de software para garantir a qualidade e viabilizar a contínua evolução do sistema. Processo comum à área de desenvolvimento, o programador atuará em todas as etapas até ter o produto final, desde as atividades de concepção até a implementação e entrega para os usuários.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: Profissionais que não têm experiência com Node.js, mas conhecem bem JavaScript podem ter uma transição mais tranquila para começar a atuar com Node. Conhecer métodos ágeis e ter boas noções de desenvolvimento incremental de um produto digital contribuem muito para o sucesso na área. Além disso, como se trata de tecnologia, é essencial estar sempre atualizado com relação à evolução da linguagem e também ao que estão fazendo no mercado.</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: observamos um aumento crescente na utilização de sites e sistemas web por empresas de todos os portes e segmentos, e Node.js vem sendo amplamente utilizado. Logo, a procura por profissionais que entendam bem dessa tecnologia segue o mesmo ritmo de crescimento.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 2 mil e R$ 9 mil</p>
<h3>Desenvolvedor Python</h3>
<p><strong>O que faz:</strong> é responsável por desenvolver sistemas utilizando a linguagem Python, realizando a programação segundo a tecnologia e também buscando melhorias em aplicações atuais.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: orientação a resultados, analítico, detalhista e autônomo</p>
<p><strong>Por que está em alta:</strong> a linguagem Python continua em ascensão com a utilização por companhias como Google e Spotify. A principal razão para a ascensão de seu uso é a facilidade de aprendizado para iniciantes, além de excelentes recursos em sua biblioteca. É uma linguagem bastante predominante em ciência de dados, inteligência artificial e Big Data, conceitos recentes que tornam o profissional ainda mais valorizado no mercado.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 7 mil e R$ 14 mil</p>
<h3>Desenvolvedor RPA</h3>
<p><strong>O que faz:</strong> especialista em automação robótica de processos. Em outras palavras, é o desenvolvedor que atua na estruturação e implementação de soluções de automação com o uso de softwares, mais conhecida como robôs. O foco é substituição de tarefas repetitivas e operacionais por automações, aumentando a eficiência do dia a dia das empresas.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: O cargo requer habilidades específicas e conhecimento de práticas como mapeamento e documentação de processos, bem como planejamento e desenvolvimento de automações. É imprescindível saber programar e ter boa compreensão do processo de desenvolvimento de software, adotando práticas como implementação de testes automatizados a fim de garantir qualidade. Além de entender de gerenciamento de projetos de automação de fluxo de trabalho, também é essencial ter a capacidade de navegar por soluções distintas de RPA, como o UiPath ou o Automation Anywhere.</p>
<p><strong>Por que está em alta:</strong> cada vez mais as empresas estão voltadas para a otimização de operações, buscando redução de custos e, consequentemente, melhores resultados. Com RPA, as organizações podem automatizar os processos de negócios, permitindo que os usuários dediquem mais tempo às outras atividades que demandam, essencialmente, a atenção humana tal como o suporte direto a sua carteira de clientes.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 2 mil e R$ 8 mil</p>
<h3>Desenvolvedor Java</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: é responsável por desenvolver sistemas utilizando a linguagem de programação Java, implantando os programas e também realizando testes e análises de melhoria sobre aplicações já desenvolvidas</p>
<p><strong>Perfil</strong>: orientação a resultados, analítico, detalhista e autônomo</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: Java ainda é o padrão mais utilizado pelas companhias por sua versatilidade e histórico de utilização, o que proporciona uma comunidade de desenvolvedores bastante engajada.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 5 mil e R$ 12 mil</p>
<h3>Desenvolvedor.NET</h3>
<p><strong>O que faz:</strong> Planeja, codifica, depura e testa sistemas usando a plataforma .NET. Ou seja, profissional participa de todo o ciclo de desenvolvimento, atuando desde as atividades de entendimento do que será desenvolvido, passando pela implementação/depuração/testes de novas funcionalidades, até a manutenção do sistema por meio de pequenas melhorias e/ou resolução de eventuais correções mapeadas junto aos usuários.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: O mercado busca profissionais voltados ao desenvolvimento de aplicações em .NET, utilizando as melhores práticas de engenharia de software alinhadas a estratégia de evolução de um produto. Ou seja, há uma grande demanda por desenvolvedores que conheçam bem .NET, mas que também tenham foco em entregar o maior valor para o cliente no menor tempo possível, prezando sempre pela qualidade do sistema e pela melhor experiência para o usuário.</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: a necessidade de se contratar pessoas qualificadas aumentou devido ao crescimento de websites e aplicações construídas utilizando a linguagem .NET.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 2 mil e R$ 6 mil</p>
<h3>Especialista DevOps</h3>
<p><strong>O que faz:</strong> Atua bem próximo ao time de desenvolvimento de software, ampliando o conhecimento dos desenvolvedores sobre infraestrutura, disseminando práticas da cultura DevOps e contribuindo para aumentar a velocidade e qualidade nas entregas de valor. Na prática, é o profissional que trabalha trazendo mecanismos para termos mais confiabilidade e qualidade para os sistemas, desde a idealização do produto, passando pela implementação até a entrega para o cliente final.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: Em essência, deve estar imerso nas atividades de desenvolvimento, pensando em formas de simplificar processos, aumentar eficiência do uso de infraestrutura, alcançar maior qualidade nas entregas e reduzir o tempo de resposta das aplicações para o cliente. Acompanhar indicadores de performance dos sistemas, entender como ampliar os dados capturados e levar essa conscientização para os desenvolvedores também faz parte do trabalho. É necessário ter conhecimento em metodologias de desenvolvimento e deve ter a proatividade para automatizar processos e tarefas. Também é imprescindível que tenha conhecimentos em arquitetura de soluções/sistemas para que, com isso, aplique as melhores práticas na implementação de ambientes.</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: no momento, temos TI cada vez mais atuante junto ao negócio e amplo crescimento do interesse das empresas em otimizar seus processos para alcançar melhores resultados. Corporações de todos os portes estão antenadas às inovações, principalmente no que se refere aos ganhos em eficiência operacional, ao  aumento da qualidade dos serviços e da satisfação dos clientes internos e externos</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 3 mil e R$ 13 mil</p>
<h3>Cientista de Dados</h3>
<p><strong>O que faz:</strong> tem como atuação trazer visões decisivas para a empresa, tornando-a mais inteligente, fazendo o tratamento do dados históricos que a empresa possui, ou no caso os dados do seus clientes, que poderão ser decisivas em tomadas de decisões futuras da empresa.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: profissionais analíticos, com pensamento lógico, habilidade com números, conhecimento em programação, com formação em Computação, Estatística, Matemática, etc.</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: são informações valiosas, que uma vez interpretadas e colocado inteligência nelas, podem levar a performance da empresa para outro patamar, pois dará o foco correto para onde a estratégia da empresa deve se direcionar.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 8 mil e R$ 20 mil</p>
<h3>Product Owner</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: principal responsável por organizar a lista de atividades e os sprints que vão constituir as etapas de desenvolvimento, implementação, e lançamento de recursos em produtos.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: além de técnicas de desenvolvimento para implementar no produto, deve também dominar técnicas e modelos de gerenciamento, garantindo que os esforços sejam direcionados de modo que contribuam efetivamente com o processo de melhoria do projeto.</p>
<p><strong>Salário</strong>: em média, 7.228 reais</p>
<h3>Especialista em UX (User Experience)</h3>
<p><strong>O que faz:</strong> a função deste profissional é definir a melhor combinação de elementos visuais para melhorar a interação do usuário com um produto ou serviço.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: desenvolve novos produtos pensando na demanda de mercado, avalia e mensura experiência do consumidor, navegação do usuário, entre outros.</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: com o crescimento digital é muito fácil obter qualquer informação ou experiência de outro usuário a respeito de produtos ou empresas, o consumidor tem sido cada vez mais exigente e focado na boa experiência.</p>
<p><strong>Salário</strong>: Entre R$ 5 mil  e R$ 12 mil</p>
<h3>Engenheiro de software</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: desenvolvimento e arquitetura de software, web e mobile.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: desenvolvimento de aplicações Web (Backend ou Frontend) e móvel (Android ou IOS), por meio de diversos tipos de linguagem de programação, frameworks e banco de dados. Em muitas posições são os responsáveis também pelo desenho da arquitetura e da definição das tecnologias a serem utilizadas.</p>
<p><strong>Por que está alta</strong>: o mercado está passando por um aquecimento dessas posições devido aos projetos de transformação digital em diversos setores e também pelo crescimento das startups.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 8 mil a R$ 18 mil</p>
<h3>Especialista em Segurança da Informação</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: profissional da área de segurança da informação é responsável pela integridade de informações sensíveis ao negócio, assegurando também a confidencialidade de informações sensíveis à organização. Possui papel importantíssimo na continuidade do negócio em colaborar para disponibilidade e autenticidade das informações em Sistemas e Infraestrutura.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: Visão Sistêmica, comunicação estruturada, perfil relacional, visão propositiva, conciliador</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: Garantir a segurança dos dados é um dos principais desafios das corporações em um ambiente Digital. A chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) traz uma evidência adicional à área, tornando os profissionais que unem a visão técnica à um olhar holístico do negócio e da governança dos dados cada vez mais valorizados e requisitados pelo mercado·</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 15 mil e R$ 20 mil</p>
<h3>Gerente de TI</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: Abaixo do CTO (diretor de tecnologia) está o gerente de TI, que, em parceria com ele, conduz os projetos, organizando e revisando processos junto às equipes de trabalho. É tarefa dele ainda identificar oportunidades de aplicação de novas tecnologias no dia-a-dia da operação.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: Sólido conhecimento nas subáreas de Tecnologia. Com certificações como PMP, PMBOK, ITIL, perfis com conhecimentos em metodologias ágeis são muito bem requisitados, o inglês aqui também é interessante para o cargo.</p>
<p><strong>Salário</strong>: Entre R$ 15 mil e R$ 30 mil</p>
<p><strong>Por que está em alta:</strong> A era da globalização digital exige mais do que nunca profissionais de TI</p>
<h3>DPO (Data Protection Officer)</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: com a nova Lei Geral de Proteção de Dados, que entra em vigor em agosto de 2020, o DPO será o profissional encarregado de administrar e avaliar todos os dados da empresa, desde a coleta até o tratamento das informações. Também possuirá um papel de interlocutor com o órgão regulatório de fiscalização de dados.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: importante que o profissional tenha visão interdisciplinar, englobando governança de tecnologia, segurança da informação e cibersegurança, além de entender sobre a nova legislação que entrará em vigor. Importante que seja um bom comunicador para se relacionar com autoridades e profissionais de dados.</p>
<p>Por que está em alta: o cargo de DPO é extremamente novo e o mercado está ainda em processo de maturação quanto à posição, demandando muitos profissionais nesse momento.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 20 mil e R$ 30 mil</p>
<h3>CDO (Chief Digital Officer)</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: executivo responsável por liderar a transformação digital das empresas.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: precisa ser um profissional híbrido, acostumado com as rotinas de tecnologia e com o universo digital. Ter capacidade de se envolver em múltiplas tarefas na empresa, como tomadas de decisões por meio de dados, transformação de processos e de conhecimento, habilidade para se relacionar com os principais stakeholders de diversas áreas, como produção, vendas e marketing, além de tecnologia da informação; e conseguir lidar com a cultura organizacional da empresa, principalmente com a transformação de pessoas e não só da TI, dentro do contexto de transformação digital.</p>
<p><strong>Por que está em alta</strong>: o trabalho do CDO permite que tecnologias como big data, internet das coisas, mobilidade e inteligência artificial e metodologias e conceitos como design thinking, design sprint, Scrum, DevOps e MVP sejam adotados para melhorar o desempenho e eficiência da companhia, alcançado e garantindo resultados melhores numa maior velocidade.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 30 mil a R$ 45 mil</p>
<h3>CTO (Chief Tecnhology Officer)</h3>
<p><strong>O que faz</strong>: Na tradução, é o diretor de tecnologia, responsável por toda a operação da empresa voltada para a área técnica, garantindo que o departamento de TI tenha desempenho satisfatório. Esta função envolve decisões relevantes sobre quais soluções adotar visando a melhor relação custo-benefício.</p>
<p><strong>Perfil</strong>: antenado, com atuação forte nas subáreas de TI. Perfis com atuação em Transformação Digital e Indústria 4.0 tem a preferência dos recrutadores. Entende-se que o inglês é requisito quase obrigatório.</p>
<p><strong>Por que está em alta:</strong> A era da globalização digital exige mais do que nunca profissionais de TI.</p>
<p><strong>Salário</strong>: entre R$ 30 mil e R$ 40 mil</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://bit.ly/2vuS4jP</em></p>
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		<title>As 10 principais tendências em tecnologia para 2020, segundo o Gartner</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 18:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[aprimoramento humano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como a tecnologia está transformando o jeito das empresas fazerem negócios e gerenciarem operações A hiperautomação, multiexperiência e a democratização da expertise são algumas das principais tendências estratégicas em tecnologia para 2020, segundo estimativa da consultoria Gartner. Muitas delas já têm impacto no ambiente de trabalho. A hiperautomação, por exemplo, é derivada da Robotic &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2020/01/as-10-principais-tendencias-em-tecnologia-para-2020-segundo-o-gartner/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">As 10 principais tendências em tecnologia para 2020, segundo o Gartner</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">As 10 principais tendências em tecnologia para 2020, segundo o Gartner</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Saiba como a tecnologia está transformando o jeito das empresas fazerem negócios e gerenciarem operações</h2>
<p>A hiperautomação, multiexperiência e a democratização da expertise são algumas das principais tendências estratégicas em tecnologia para 2020, segundo estimativa da consultoria Gartner. Muitas delas já têm impacto no ambiente de trabalho.</p>
<p>A hiperautomação, por exemplo, é derivada da Robotic Process Automation (RPA), espécie de automação onde um software &#8220;aprende&#8221; os processos de uma tarefa com um operador humano e passa a replicar de forma independente.</p>
<p>Os critérios usados pelos analistas do Gartner para definir uma tendência estratégica de tecnologia incluem:</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; potencial de transformação saindo de um estado emergente para um de alto impacto;</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; rápido crescimento com alto grau de volatilidade previsto para os próximos cinco anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Colocar as pessoas no centro de sua estratégia destaca um dos aspectos mais importantes da tecnologia — como ela afeta clientes, funcionários, parceiros de negócios, sociedade ou outros grupos constituintes importantes&#8221;, explica Brian Burke, VP de pesquisas do Gartner.</p>
<p>&#8220;Indiscutivelmente, todas as ações da organização podem ser atribuídas à forma como ela afeta esses indivíduos e grupos, direta ou indiretamente. Essa é uma abordagem centrada nas pessoas&#8221;, afirma.</p>
<p>Conheça abaixo quais sãos essas tendências e como elas podem transformar os negócios em 2020.</p>
<h2>1. Hiperautomação</h2>
<p>Hiperautomação é a combinação de múltiplas ferramentas de aprendizado de máquina, software empacotado e automação para simplificação do trabalho. A hiperautomação refere-se não apenas à amplitude das ferramentas, mas também a todas as etapas da automação — descobrir, analisar, projetar, automatizar, medir, monitorar e reavaliar.</p>
<p>Compreender a variedade de mecanismos de automação, como eles se relacionam e como podem ser combinados e coordenados é um dos principais focos da hiperautomação.</p>
<p>Essa tendência foi iniciada com a automação de processos robóticos (RPA, de Robotic Process Automation, em inglês). No entanto, a RPA por si só não é hiperautomação, que requer uma combinação de ferramentas para ajudar a suportar a replicação de partes de onde o humano está envolvido em uma tarefa.</p>
<h2>2. Multiexperiência</h2>
<p>Até 2028, a experiência dos usuários passará por uma mudança significativa na maneira como as pessoas percebem o mundo digital e como interagem com ele. Segundo o Gartner, as plataformas de conversação estão mudando a maneira como os usuários interagem com o mundo digital.</p>
<p>A realidade virtual, a realidade aumentada e a realidade mista estão mudando a forma pela qual as pessoas percebem o mundo digital. Essa mudança combinada nos modelos de percepção e interação leva à futura experiência multissensorial e multimodal.</p>
<p>“O modelo mudará de um com pessoas com conhecimento de tecnologia para um de tecnologia com conhecimento em pessoas. O ônus da tradução da intenção passará do usuário para o computador”, afirma Burke.</p>
<p>&#8220;Essa capacidade de se comunicar com os usuários por meio de muitos sentidos humanos fornecerá um ambiente mais rico para o fornecimento de informações diferenciadas&#8221;, diz o cientista.</p>
<h2>3. Democratização da expertise</h2>
<p>A democratização está focada em fornecer às pessoas o acesso a conhecimentos técnicos ou conhecimentos de domínio de negócios por meio de uma experiência radicalmente simplificada e sem a necessidade de treinamento extensivo e dispendioso.</p>
<p>O “acesso do cidadão”, bem como a evolução do desenvolvimento do cidadão e modelos sem código, são exemplos de democratização.</p>
<p>Até 2023, o Gartner espera que quatro aspectos principais da tendência de democratização se acelerem, incluindo democratização de:</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; dados e análises — ferramentas direcionadas a cientistas de dados que se expandem para atingir a comunidade de desenvolvedores profissionais;</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; desenvolvimento — ferramentas de Inteligência Artificial para alavancar aplicativos customizados;</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; design — expandindo os fenômenos de baixo código e sem código, com automação de funções adicionais de desenvolvimento de aplicativos para capacitar o cidadão-desenvolvedor e</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; conhecimento — profissionais que não são de TI obtendo acesso a ferramentas e sistemas especializados que os capacitam a explorar e aplicar habilidades especializadas além de seus próprios conhecimentos e treinamento.</p>
<h2>4. Aprimoramento humano</h2>
<p>O aprimoramento humano explora como a tecnologia pode ser usada para fornecer melhorias cognitivas e físicas como parte integrante da experiência humana.</p>
<p>O aprimoramento físico melhora os humanos ao alterar suas capacidades físicas inerentes por meio da implantação ou hospedagem de um elemento de tecnologia em seus corpos, como um dispositivo vestível.</p>
<p>O aprimoramento cognitivo pode ocorrer por meio do acesso a informações e da exploração de aplicativos em sistemas de computadores tradicionais e na interface multiexperiência emergente em espaços inteligentes.</p>
<p>Nos próximos 10 anos, os níveis crescentes de aprimoramento físico e cognitivo se tornarão predominantes, à medida que os indivíduos buscarem melhorias pessoais. Isso criará um novo efeito de &#8220;consumerização&#8221;, onde os funcionários procuram explorar seus aprimoramentos pessoais — e até estendê-los — para melhorar o ambiente de seus escritórios.</p>
<h2>5. Transparência e Rastreabilidade</h2>
<p>Os consumidores estão cada vez mais conscientes de que suas informações pessoais são valiosas e exigem controle. As organizações reconhecem o risco crescente de proteger e gerenciar dados pessoais, e os governos estão implementando legislações rigorosas para garantir que as empresas façam esse controle.</p>
<p>Transparência e rastreabilidade são elementos críticos para apoiar essas necessidades de ética e de privacidade digitais.</p>
<p>Elas se referem a uma variedade de atitudes, ações, tecnologias e práticas de suporte projetadas para atender aos requisitos regulatórios, preservar uma abordagem ética para o uso da inteligência artificial e outras tecnologias avançadas, e reparar a crescente falta de confiança nas empresas.</p>
<p>À medida que as organizações desenvolvem práticas de transparência e confiança, devem se concentrar em três áreas:</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; inteligência artificial e aprendizado de máquina;</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; privacidade, propriedade e controle de dados pessoais e</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; projeto alinhado eticamente.</p>
<h2>6. Borda Empoderada</h2>
<p>A <em>edge computing</em> (computação de borda) é uma tipologia de computação na qual o processamento de informações, coleta e entrega de conteúdos são colocadas mais próximas das fontes, repositórios e consumidores dessas informações. Ela tenta manter o tráfego e o processamento local para reduzir a latência, explorar os recursos e permitir maior autonomia na borda.</p>
<p>&#8220;Grande parte do foco atual na edge computing vem da necessidade de sistemas de internet das coisas para fornecer recursos desconectados ou distribuídos no mundo incorporado de IoT para setores específicos, como manufatura ou varejo&#8221;, diz Burke.</p>
<p>“No entanto, a edge computing se tornará um fator dominante em praticamente todos os setores e casos de uso, pois a borda é capacitada com recursos de computação cada vez mais sofisticados e especializados e mais armazenamento de dados. Dispositivos de borda complexos, incluindo robôs, drones, veículos autônomos e sistemas operacionais, acelerarão essa mudança”, conta.</p>
<h2>7. Nuvem distribuída</h2>
<p>Uma nuvem distribuída é a distribuição de serviços de nuvem pública para diferentes locais, enquanto o provedor de origem assume a responsabilidade pela operação, governança, atualizações e evolução dos serviços do ambiente.</p>
<p>Isso representa uma mudança significativa do modelo centralizado da maioria dos serviços públicos de Nuvem e levará a uma nova era na cloud computing.</p>
<h2>8. Coisas autônomas</h2>
<p>Coisas autônomas são dispositivos físicos que usam a inteligência artificial para automatizar funções executadas anteriormente por seres humanos. As formas mais reconhecíveis de coisas autônomas são robôs, drones, veículos ou navios e aparelhos autônomos.</p>
<p>Sua automação vai além das ferramentas fornecidas por modelos rígidos de programação, e eles exploram a inteligência artificial para fornecer comportamentos avançados que interagem mais naturalmente com os ambientes e as pessoas.</p>
<p>Conforme a capacidade tecnológica melhora, a regulamentação permite e a aceitação social cresce, coisas autônomas serão cada vez mais implantadas em espaços públicos não controlados.</p>
<p>&#8220;À medida que as coisas autônomas proliferam, esperamos uma mudança de aparelhos inteligentes independentes para um enxame de coisas inteligentes colaborativas, no qual vários dispositivos trabalharão juntos, independentemente das pessoas ou com contribuições humanas&#8221;, diz Burke.</p>
<p>“Por exemplo, robôs heterogêneos podem operar em um processo de montagem coordenada. No mercado de entrega, a solução mais eficaz pode ser usar um veículo autônomo para mover pacotes para a área de destino. Robôs e drones a bordo do veículo podem assumir a entrega final do pacote”.</p>
<h2>9. Blockchain prático</h2>
<p>O blockchain tem o potencial de remodelar os setores ao permitir confiança, fornecer transparência e habilitar a troca de valor entre os ecossistemas de negócios, reduzindo potencialmente os custos, reduzindo os tempos de liquidação das transações e melhorando o fluxo de caixa.</p>
<p>Os ativos podem ser rastreados até sua origem, reduzindo significativamente as oportunidades de substituições por produtos falsificados.</p>
<p>O rastreamento de ativos também tem valor em outras áreas, como rastrear alimentos em uma cadeia de suprimentos para identificar mais facilmente a origem da contaminação ou rastrear peças individuais para ajudar em recalls de produtos. Outra área em que o blockchain tem potencial é o gerenciamento de identidades.</p>
<p>Contratos inteligentes podem ser programados no Blockchain, em que os eventos podem desencadear ações — por exemplo, com o pagamento sendo liberado quando as mercadorias são recebidas.</p>
<p>“O blockchain permanece imaturo para implantações corporativas devido a uma variedade de questões técnicas, incluindo baixa escalabilidade e interoperabilidade. Apesar desses desafios, o potencial significativo de interrupção e geração de receita indica que as organizações deveriam começar a avaliar o Blockchain, mesmo que não prevejam a adoção agressiva das tecnologias no curto prazo&#8221;, explica o analista dp Gartner.</p>
<h2>10. Segurança de Inteligência Artificial</h2>
<p>A Inteligência Artificial e o Aprendizado de Máquina continuarão sendo aplicados para aprimorar a tomada de decisão humana em um amplo conjunto de casos de uso.</p>
<p>Embora isso crie grandes oportunidades para permitir a hiperautomação e alavancar coisas autônomas para gerar transformação nos negócios, cria novos desafios significativos para a equipe de segurança e os líderes de risco, com um aumento maciço em pontos de ataque em potencial trazidos com a Internet das Coisas (IoT), Computação em Nuvem, microsserviços e sistemas altamente conectados em espaços inteligentes.</p>
<p>Os líderes de segurança e risco deveriam se concentrar em três áreas principais — proteger os sistemas de Inteligência Artificial, alavancar a Inteligência Artificial para aprimorar a defesa de segurança e antecipar o uso nefasto de Inteligência Artificial pelos cibercriminosos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: http://bit.ly/36keEJy</em></p>
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		<title>RPA &#8211; Automação Robótica de Processos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 14:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Armazenamento]]></category>
		<category><![CDATA[automação]]></category>
		<category><![CDATA[Automação Robótica de Processos]]></category>
		<category><![CDATA[Compartilhamento]]></category>
		<category><![CDATA[RPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia de RPA &#8211; Automação Robótica de Processos &#8211; desperta cada vez mais o interesse de gestores em todo mundo com seu poder de automatizar tarefas repetitivas, reduzindo o trabalho manual e custos ocasionados por erro humano, assim, equipes e gestores ganham tempo para realizar tarefas de maior valor, como atendimento ao cliente ou &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2019/10/rpa-zeep/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">RPA &#8211; Automação Robótica de Processos</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">RPA &#8211; Automação Robótica de Processos</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia de RPA &#8211; Automação Robótica de Processos &#8211; desperta cada vez mais o interesse de gestores em todo mundo com seu poder de automatizar tarefas repetitivas, reduzindo o trabalho manual e custos ocasionados por erro humano, assim, equipes e gestores ganham tempo para realizar tarefas de maior valor, como atendimento ao cliente ou planejamento estratégico, por exemplo.</p>
<p>Para a Automação Robótica de Processos utiliza-se instâncias pré-configuradas de softwares que usam regras de negócio e atividades pré-definidas para completar a execução autônoma de uma combinação de processos, atividades, transações e tarefas em sistemas corporativos, a fim de entregar um resultado ou serviço sem interação humana. O objetivo ao utilizar RPAs é aumentar a eficiência e produtividade através da redução de trabalho manual.</p>
<p>A implementação de RPA requer intervenção humana a fim de definir quais tarefas podem ser automatizadas e se mudanças em processos são necessárias para a automação (o consultor ou analista RPA é um profissional cada vez mais requisitado). Usamos então ferramentas RPA que tipicamente tratam dados estruturados e são “user-interface-based”, ou seja, não requerem programação. Ferramentas de RPA podem processar altos volumes de tarefas baseadas em regras incluindo manutenção de registros, consultas, cálculos e transações.</p>
<p>O ZeeP é uma solução DSTEC para armazenamento, controle, conversão e compartilhamento de documentos, que utiliza a computação em nuvem e automação de processos para permitir que seu negócio atue de forma segura, e seja capaz de gerar inteligência através dos dados armazenados, reduzindo o tempo de acesso diante da demanda por conteúdos perdidos em pilhas empoeiradas de papel.</p>
<p>Grandes companhias como <a href="https://www.ford.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ford</a>, <a href="https://www.itau.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Itaú</a> e <a href="https://www.sanofi.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sanofi</a> já utilizam RPAs em suas atividades, agora é a vez do seu negócio se tornar mais ágil e inteligente. <a href="https://dstec.com.br/contato/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre em contato</a>, agende uma apresentação do ZeeP e descubra como converter, controlar, armazenar e compartilhar documentos de forma simples com alta tecnologia.</p>
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