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	<title>WannaCry Archives &#8226; DSTEC</title>
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	<title>WannaCry Archives &#8226; DSTEC</title>
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		<title>Ciberataque, relações internacionais e um Wiper disfarçado</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 23:43:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ciberataque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou que pode estar vivendo um dos momentos mais críticos para a segurança da informação nos últimos anos? Em um período de 30 dias, o assunto entra em pauta pela segunda vez, trazendo outro ciberataque utilizando supostamente um vírus do tipo ransomware. Na última terça-feira, dia 27, jornais noticiaram o ressurgimento do vírus “Petya” &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2017/06/ciberataque-relacoes-internacionais-e-um-wiper-disfarcado/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ciberataque, relações internacionais e um Wiper disfarçado</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Ciberataque, relações internacionais e um Wiper disfarçado</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você já pensou que pode estar vivendo um dos momentos mais críticos para a segurança da informação nos últimos anos?</strong></p>
<p>Em um período de 30 dias, o assunto entra em pauta pela segunda vez, trazendo outro ciberataque utilizando supostamente um vírus do tipo ransomware. Na última terça-feira, dia 27, jornais noticiaram o ressurgimento do vírus “Petya” na Europa, que em pouco tempo chegou ao Brasil infectando máquinas do Hospital do Câncer de Barretos (SP), que ainda mantém nota em seu site sobre estar trabalhando para normalizar os atendimentos e o sistema.</p>
<p>O novo Petya, “ExPetr” ou “NotPetya” surge na tela de máquinas infectadas com um desagradável pedido de resgate no valor de US$ 300. E entre as empresas afetadas estão grandes nomes como Maersk (Dinamarca), WPP (Inglaterra), Saint-Gobain (França) e Rosneft (Rússia).</p>
<p>A situação que se estende além do universo digital, causa inclusive um mal-estar diplomático, quando o governo da Ucrânia atribui o ataque à Rússia, que estaria buscando desestabilizar o país.</p>
<p>O vírus é cerca de um ano mais antigo que o WannaCry, responsável pelo ataque do mês de maio a mais de 200 mil usuários em 150 países, e também utiliza o exploit EternalBlue, originalmente criado pelo Serviço Secreto dos EUA para ações de espionagem. Em sua nova versão, o vírus conta com o reforço de uma criptografia de última geração, o sistema Salsa2.0, além de não possuir a vulnerabilidade do “kill switch”, que permitiu neutralizar o WannaCry através do registro de um domínio.</p>
<p>Segundo o diretor de inovação e laboratório da unidade especializada em segurança cibernética da Telefónica, Sergio de los Santos, o vírus não apenas busca equipamentos vulneráveis, como também emprega ferramentas de administração para infectar todos os equipamentos de uma rede, caso encontre uma máquina com tais privilégios.</p>
<p>O especialista demonstra estranheza ao analisar o fato de que se houvesse interesse lucrativo por trás do ciberataque, seria muito mais rentável roubar e vender as informações sem ser notado. “Fazer tanto barulho não tem sentido quando se pretende obter algo, é muito estranho”, ressalta.</p>
<h3>Pior do que parece</h3>
<p>Notícias desta quinta-feira (29), indicam que o vírus não possui a capacidade de descriptografar os arquivos sequestrados, logo, mesmo que o usuário pague o resgate, não poderá reaver seus arquivos. Como se não fosse o suficiente, a variação atual foi reescrita para agir como um Wiper disfarçado, onde uma das linhas de raciocínio noticiadas aponta como objetivo ocultar suas verdadeiras intenções, como sabotar a infraestrutura da Ucrânia.</p>
<p>Seja como for, resta ao usuário continuar seguindo as medidas básicas de segurança ao utilizar a internet, além de manter os sistemas operacionais atualizados para evitar a exploração de eventuais falhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia também o artigo sobre o ataque anterior http://bit.ly/2tonO7q</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/petya-virus-de-resgate-pode-estar-por-tras-de-novo-ataque-cibernetico-na-europa.ghtml">http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/petya-virus-de-resgate-pode-estar-por-tras-de-novo-ataque-cibernetico-na-europa.ghtml<br />
</a><a href="http://idgnow.com.br/internet/2017/06/27/novo-ataque-de-ransomware-atinge-bancos-e-empresas-na-europa-e-eua/">http://idgnow.com.br/internet/2017/06/27/novo-ataque-de-ransomware-atinge-bancos-e-empresas-na-europa-e-eua/<br />
</a><a href="http://veja.abril.com.br/mundo/petya-novo-cibertaque-atingiu-empresas-na-europa/">http://veja.abril.com.br/mundo/petya-novo-cibertaque-atingiu-empresas-na-europa/<br />
</a><a href="http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;infoid=45568&amp;sid=18">http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;infoid=45568&amp;sid=18<br />
</a><a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/28/tecnologia/1498639459_556568.html">http://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/28/tecnologia/1498639459_556568.html<br />
</a><a href="http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;infoid=45575&amp;sid=18">http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&amp;infoid=45575&amp;sid=18<br />
</a><a href="https://canaltech.com.br/noticia/seguranca/pior-do-que-parece-petya-nao-e-exatamente-um-ransomware-diz-especialista-96268/">https://canaltech.com.br/noticia/seguranca/pior-do-que-parece-petya-nao-e-exatamente-um-ransomware-diz-especialista-96268/</a></p>
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		<title>Sexta-feira 12: O dia em que dados foram “sequestrados”</title>
		<link>https://dstec.com.br/2017/05/sexta-feira-12-o-dia-em-que-dados-foram-sequestrados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dstec]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 18:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Supersticiosos diriam que o mês de maio trouxe uma sexta-feira 12 com ares de sexta-feira 13, para o universo da Tecnologia da Informação. Há pouco mais de duas semanas, cerca de 150 países sofreram com um ciberataque que atingiu mais de 345 mil dispositivos, dos quais estima-se que 97% tiveram seus dados “sequestrados” através do &#8230; <a href="https://dstec.com.br/2017/05/sexta-feira-12-o-dia-em-que-dados-foram-sequestrados/" class="more-link" title="Continue lendo <span class="screen-reader-text">Sexta-feira 12: O dia em que dados foram “sequestrados”</span>">Continue lendo <span class="screen-reader-text">Sexta-feira 12: O dia em que dados foram “sequestrados”</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Supersticiosos diriam que o mês de maio trouxe uma sexta-feira 12 com ares de sexta-feira 13, para o universo da Tecnologia da Informação. Há pouco mais de duas semanas, cerca de 150 países sofreram com um ciberataque que atingiu mais de 345 mil dispositivos, dos quais estima-se que 97% tiveram seus dados “sequestrados” através do processo de encriptação.</p>
<p>Atualmente os prejuízos provocados pela operação ultrapassam a marca de R$ 360 mil, e deram origem também a mais de 300 variações do WannaCrypt original. Apesar de passado o susto, mais 8 ataques teriam ocorrido além do dia 12.</p>
<p>No Brasil, os ataques com o ransomware chegaram a deixar o Itamaraty e o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo fora do ar praticamente o dia inteiro, já na Inglaterra hospitais sofreram bloqueios em seus sistemas e até mesmo o fluxo de ambulâncias sofreu alterações, o que logicamente estende o potencial de danos do ciberataque à saúde pública.</p>
<h2>Mas o que é um Ransomware?</h2>
<p>Trata-se de um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados armazenados em um dispositivo, normalmente através do uso da criptografia, seguido da exigência de um resgate (ransom) para permitir ao usuário o acesso aos dados bloqueados.</p>
<p>Vale lembrar, que o Ransomware possui variações, como quando impede o acesso ao equipamento em si (Locker), ou quando impede o acesso aos dados armazenados, normalmente através da criptografia (Crypto), por exemplo.</p>
<h2>Como um Ransomware infecta os equipamentos?</h2>
<p>Apesar de possuir diversas formas de propagação, se destacam entre as mais comuns:</p>
<p>&#8211; Emails com o código em anexo, ou que induzam o usuário a clicar em links.</p>
<p>&#8211; Vulnerabilidades de sistemas que não estejam em dia com as atualizações de segurança.</p>
<p>&#8211; Compartilhamento de arquivos.</p>
<p>&#8211; Problemas de vulnerabilidade em navegadores.</p>
<p>&#8211; Links em redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que torna o WannaCry diferente?</h2>
<p>A capacidade de se propagar sozinho, independente de ações do usuário ou algum tipo de controle remoto (como <em>worms, ou programas semelhantes aos vírus, cujo diferencial é a capacidade de auto-replicação)</em>, multiplicando assim o poder e a velocidade de infecção.</p>
<p>Além de suas peculiaridades, ferramentas hackers criadas pela NSA vazaram online no mês anterior, entre elas, uma ferramenta capaz de explorar vulnerabilidades de hardware e software, utilizada para invasão e transito entre os dispositivos nas redes. Uma vez dentro da máquina contaminada, eram utilizadas sessões remotas para criptografar dados em outras máquinas, além de avançar com o processo de contaminação.</p>
<h2>Como se proteger?</h2>
<p>Além de adequar o usuário à navegação mais consciente pela internet, é altamente recomendável que os sistemas operacionais e aplicativos estejam sempre devidamente atualizados, uma vez que os desenvolvedores trabalham de forma contínua no combate a vulnerabilidades.</p>
<p>Em organizações e empresas é recomendável além da conscientização da utilização da internet, a implantação de políticas de segurança.</p>
<p>Um relatório da Juniper Research aponta que a combinação de conectividade cada vez maior, associada a medidas de segurança corporativa inadequadas, devem provocar um  prejuízo equivalente a R$ 26 trilhões ao longo dos próximos cinco anos, por conta do acesso a dados por cribercriminosos.</p>
<p>Em estudo sobre ameaças e contramedidas com projeções até 2022, a empresa indica que que a quantidade de dados pessoais capturada por esses criminosos deve dobrar de tamanho rapidamente, de 2,8 bilhões neste 2017 para 5 bilhões em 2020.</p>
<p>É fato que centenas de outros cryptoworms existem, e também que não é possível afirmar que a onda de ataques já passou, então, cabe a nós usuários, prezar pela segurança da informação e utilizar a tecnologia de maneira responsável, pois os dados ou a parte lógica dos sistemas já são mais valiosos tanto para pessoas quanto empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:</p>
<p>http://bit.ly/2qynDBN, http://bit.ly/2qyvkbm, http://bit.ly/2qyvmjc</p>
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